segunda-feira, 5 de julho de 2010

Inscrições abertas para o Prêmio Colunistas Norte e Nordeste

A partir de hoje, até 30 deste mês, as agências de propaganda sediadas no Norte e Nordeste poderão inscrever trabalhos e “cases” de mídias integradas nos 35 º Prêmio Colunistas Norte e Nordeste 2010. O regulamento do concurso, assim como o download contendo o programa de inscrição, já estão disponíveis para os interessados no site oficial da Associação Brasileira dos Colunistas de Marketing e Propaganda-Abracomp, promotora da premiação.

Clique AQUI para mais informações.

Ter relevância na internet é decisivo

Diante da carência de cursos de formação e da falta de experiência prévia dos profissionais na área - consequências do desenvolvimento recente do mercado -, um dos critérios que as empresas levam em consideração na hora de contratar é a imagem pessoal que o candidato constrói na internet. Segundo o jornalista Roberto Cassano, diretor de Mídias Sociais da agência Frog, ter uma presença consistente na web pode ser determinante para revelar se o candidato tem ou não o perfil para realizar o trabalho.

- Estou falando de ser relevante na internet. Uma pessoa pode não ter formação específica em mídias sociais e nem ter trabalhado na área antes, mas se escreve um blog bacana e tem perfis interessantes na rede, já é meio caminho andado. Queremos pessoas que saibam se vender de forma criativa - diz Cassano.

Profissional tem que pensar em promoções e parcerias

É o caso de Carolina Prata, de 30 anos. Formada em comunicação visual com ênfase em marketing, a profissional criou, em outubro do ano passado, o blog "Rainha louca", onde escreve sobre moda. Cinco meses depois, a ferramenta - que recebe cerca de 2.500 acessos por dia - abriu portas para que fosse contratada como gestora de Marketing Digital da Alfaias, rede de cama, mesa e banho.

- Descobri, na entrevista, que o recrutador acompanhava o meu blog e o Twitter. Isso foi determinante para que ele acreditasse no meu potencial. Acho que o segredo para ser relevante na rede é escrever sobre o que se gosta, mas fazendo uma ponte com o seu universo particular, pessoal - diz Carolina, que desde 2002 trabalha com internet.

Mais do que alimentar e monitorar as redes, o profissional da área tem que pensar em promoções e parcerias para aumentar a penetração da marca na internet. Atribuições que, para o jornalista Hélio Basso, de 37 anos, sócio-diretor de Operações da agência Ideia s/a - especializada em mídias sociais -, não é qualquer um que consegue desempenhar. O profissional acredita que, para contratar um novo funcionário, observar apenas se ele tem intimidade com as redes sociais não é suficiente.

- A experiência é muito importante. A pessoa tem que entender de economia de escala, cadeia de valor e comportamento de consumo, por exemplo. Com exceções, o garoto que está interagindo no Orkut agora não é esse profissional. Pelo menos ainda - diz Basso, ressaltando que não basta ser usuário para crescer na carreira. - Isso significa que candidatos que já trabalharam de alguma forma com monitoramento e gestão de marcas, SAC, reversão de crise, produção de conteúdo e gestão de estratégias de relacionamento para produtos e serviços largam na frente.

Formado em marketing, Daniel Wakswafer, de 25 anos, nunca tinha trabalhado com internet até janeiro de 2008 - quando entrou como trainee na AmBev -, mas se interessava pelo assunto. Após passar pelo setor de vendas e marketing, foi promovido no meio do ano passado como gerente de Novas Mídias.

- Ser usuário de redes sociais e saber mexer nas ferramentas é um requisito óbvio. Fundamental mesmo é conhecer a cultura da empresa e entender que cada rede tem um perfil específico, que exige um posicionamento diferente. O profissional tem que respeitar as diferenças entre os canais e entender que ele é a cara e os ouvidos da marca na internet. Para isso, é preciso respeitar opiniões diferentes e entender críticas - diz Wakswafer.

O Globo

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Discovery SEO: Crie seu sitemap

As informações são do blog Google Discovery. Leia:

Ontem falamos sobre o rastreamento e indexação de páginas pelo Google e informamos que é possível ajudar o buscador nesse processo, usando o sitemap. Hoje vamos para a prática e criaremos o seu sitemap que será útil para:
  • Agilizar na localização e indexação de páginas novas ou as que têm poucos (ou nenhum) apontamentos de links
  • Ter certeza que o Google saberá da existência de todas páginas de seu site
Uma boa notícia é que você não precisa criar seu sitemap do zero. Existem geradores, inclusive recomendados pelo Google, que fazem esse trabalho duro em seu lugar. Para um site em PHP, por exemplo, você pode usar o  XML-Sitemaps. Para blogs como wordpress, o Google indica plugins (ver no fim do post).

Faça seu sitemap
No XML-Sitemaps, você vai inserir a URL da página principal do seu site e clicar no botão “start”. Após alguns segundos, o sitemap para o site estará gerado. O XML-Sitemaps usa um padrão que é consenso do sitemaps.org.  É importante saber disso, pois lá estão assossiados Google, Yahoo! e Bing. Isso torna o mesmo arquivo utilizável nos três buscadores.
Com o arquivo gerado, é preciso baixá-lo para seu computador clicando no link "Download un-compressed XML Sitemap".
Este arquivo deverá ser colocado em seu servidor, na pasta raiz, onde está publicado o arquivo “index”.

Conheça a central do Webmaster
O sitemap está em seu devido lugar? Então agora vamos mostrá-lo ao Google. Usaremos ferramentas que são boas companheiras do praticante SEO; acesse a Central do Webmaster do Google. Lá, além de muitos recursos para melhorar o desempenho de seu site nas buscas, você encontrará valiosas dicas como usar todos esses recursos.

Após fazer login, clique em “adicionar um site”, e será necessário preencher o campo com o endereço do site que desejamos cadastrar (Exemplo: http://www.meusite.com.br). Após isso, o Google pedirá a escolha de um método de verificação, para comprovar se a pessoa que cadastra o site possui mesmo direitos administrativos desta página. Isso pode ser feito através de uma meta tag que deve ser colocada no código fonte do site em questão. Seguindo as instruções dadas pelo Google no momento do cadastro, a verificação será concluída e você já poderá enviar seu sitemap.

Nota: é possível fazer a verificação após o envio do sitemap, mas isso não é recomendado. Faça o procedimento indicado antes de mandar o mapa de seu site.

Mostre suas páginas ao Google
Agora que o site foi verificado, vamos mostrar para o Google onde se encontra o arquivo XML.
Na página inicial da Central do Webmaster, clicando sobre o site cadastrado, teremos a opção “Enviar Sitemap”. Um clique aí, e o Google pedirá o endereço do arquivo. Se você colocou o arquivo corretamente na raiz do servidor, o endereço será, por exemplo http://www.meusite.com.br/sitemap.xml .
Um último clique em “enviar” deixa tudo pronto.

Para WordPress
Para seu blog em WordPress o processo de envio é o mesmo. Mudará o método de criação desse arquivo, que pode ser feito com plugins. Um deles é o Google (XML) Sitemaps Generator for WordPress, que após instalado pedirá algumas configurações personalizadas (a seu critério) e também fará automaticamente o mapa de todas as páginas de seu blog.

Um detalhe importante: deverão ser criados em seu servidor, na pasta raiz, dois arquivos: "sitemap.xml" e "sitemap.xml.gz". Os arquivos devem ter permissão CHMOD 777, para que seja possível serem modificados pelo plugin. Saiba mais sobre como aplicar o CHMOD 777 em arquivos.
Com o plugin configurado e os arquivos criados, mostre o sitemap.xml para o Google, como explicado anteriormente.

Se o Google ainda não conhece todas suas páginas, agora conhecerá!




quarta-feira, 30 de junho de 2010

Redes sociais: comunique e não complique

Fique de olho em alguns detalhes no uso das redes sociais no trabalho. Especialista dá dicas para líderes e liderados. Confira!

Com o boom de ferramentas como o Facebook, Orkut e Twitter entre os internautas brasileiros, a vida pessoal torna-se ainda mais exposta em toda a rede. Isso pode trazer benefícios, caso as informações sejam bem gerenciadas, mas também  tem o potencial de gerar graves conseqüências, até mesmo no ambiente profissional. Alguns casos ganharam notoriedade pela falta de cuidados de profissionais ao emitir opiniões sobre as companhias em que trabalhavam. Um exemplo disso é o caso do diretor Comercial de uma empresa que foi demitido ao escrever no microblog ofensas aos torcedores de um time de futebol patrocinado pela organização.

Nesses casos, é preciso ter mente que as informações disponibilizadas na internet estão em um espaço público, que pode ser acessado por qualquer pessoa, inclusive pelo seu chefe. De acordo com uma pesquisa da consultoria Manpower, que contou com a participação de quase mil empregadores, 55% das empresas brasileiras controlam o uso das mídias sociais. Dentre elas, 32% diz que o motivo é proteger informações confidenciais e 19% que é preciso proteger a reputação.

Tudo isso trouxe à tona o questionamento sobre a relação existente entre as esferas pública e privada da vida de um cidadão. Acredito que uma empresa não pode dispensar um funcionário apenas pelo fato de discordar de alguma de suas ações. Porém, ‘desabafos em ambientes virtuais que digam respeito à companhia onde trabalha ou aos seus parceiros, denegrindo a imagem de ambos, podem gerar demissão por justa causa. Isso, inclusive, está de acordo com a lei brasileira, desde que o colaborador tenha infringido regras apresentadas anteriormente ou que a empresa comprove que determinada atitude tenha sido prejudicial.

Veja, a discussão aqui não deve ser sobre o que é certo ou errado quanto ao monitoramento realizado por parte das empresas. O fato é que mesmo sem a intenção da companhia de controlar o conteúdo, as informações geradas na internet são disseminadas e podem chegar aos ouvidos de um profissional que tenha o poder de decidir sobre sua permanência ou não no cargo que ocupa. Por isso, vale a pena pensar em maneiras de evitar situações prejudiciais, tanto para as empresas quanto para os profissionais.
Abaixo listo alguns cuidados básicos que podem ser tomados.

Para os profissionais


  •  Avalie o peso da sua opinião e possíveis consequências que podem ser geradas, principalmente se ocupa um cargo gerencial ou de confiança.
  •  Tenha em mente que o mundo inteiro pode ter acesso ao que escreve e que sua imagem está em jogo.
  •  Cuidado com a divulgação de questões internas da empresa, mesmo que pareçam simples ao seu julgamento. Muitas vezes, estamos tão imersos em uma realidade que não damos conta de como um pequeno detalhe pode revelar muitas coisas.
  •  Evite falar mal de concorrentes, pois essa é uma prática considerada antiética.
  •  Tenha uma conversa com seus superiores sobre o que pode ou não ser divulgado na internet. Nada melhor do que ter o aval da companhia para evitar possíveis problemas por falta de alinhamento.


Para os gestores de empresas ou líderes


  •  Reconheça que a presença das mídias sociais na rotina da maioria dos funcionários é uma realidade. Portanto, busque elaborar um código de conduta explicativo quanto às informações que podem ser ou não divulgadas.
  •  Oriente a equipe quanto aos cuidados que devem tomar, pois os colaboradores devem entender que carregam consigo a imagem corporativa.
  •  Esteja sempre aberto para dúvidas relacionadas a esse tema e não trate o assunto como algo que não pode ser discutido dentro da empresa.

Conte com as Soluções Inteligentes em Mídias Sociais da Publing para você estar mais perto do seu cliente e futuros clientes.

Entre em contato: falecom@publing.com.br

Fonte: Portal HSM