quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Publicidade móvel deve faturar US$ 11,4 bilhões em 2013

Segundo estudo realizado pela consultoria Gartner, o faturamento mundial de propaganda móvel deve atingir US$ 11,4 bilhões, em 2013 – cifra 18% maior do que os US$ 9,6 bilhões de receita, em 2012. O crescimento do mercado oferecerá oportunidades de negócios para desenvolvedores de aplicativos, fornecedores de software e serviços para dispositivos. Com isso, a pesquisa mostra que o faturamento continuará a crescer nos próximos anos, atingindo US$24,5 bilhões, em 2016.

O comportamento dos usuários que estão aderindo cada vez mais aos dispositivos móveis e a expansão dos mercados de smartphones e tablets são os fatores que impulsionarão o faturamento nos próximos anos. Segundo o estudo, as regiões que irão apresentar o maior crescimento são América Latina, Leste Europeu, Oriente Médio e África. O faturamento com publicidade móvel nessas regiões alcançará US$ 788 milhões - e até 2016, a receita deve chegar a US$ 1,8 bilhão. 

A Gartner afirma que a evolução do mercado de publicidade móvel dependerá da evolução econômica dos países emergentes e da adesão aos dispositivos móveis pela população destes países. O maior crescimento deve acontecer no Brasil, Russia e México. China e Índia também são destacadas pela consultoria como mercados fundamentais para esse crescimento.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Rapaz vai trabalhar em social media na Coca por imagens


Joel Robinson foi de professor de crianças com dificuldade de aprendizado para funcionário de mídias sociais na Coca-Cola. Como? O canadense comprou uma câmera fotográfica, virou professor de fotografia em uma escola para crianças especiais e conseguiu chamar a atenção de uma das maiores marcas do mundo com seus trabalhos. Robinson se especializou em truques de ilusão de óptica, fotografando a si mesmo em cenas bem peculiares.

O rapaz publicava seus trabalhos no Flickr. Então um belo dia a Coca-Cola encontrou suas fotos e ligou para ele querendo usá-las em sua conta no Twitter. Um mês depois, pediram para ele fazer algumas imagens inspiradas numa lista de palavras positivas, gostaram do resultado e foram encomendando cada vez mais trabalhos. Hoje ele é funcionário da companhia, ministrando curso de fotografia para funcionários de mídias sociais.


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Desafios de Likes ficam cada vez mais populares no Facebook


“Desafio de likes” são campanhas específicas lançadas por indivíduos que procuram angariar um milhão de “likes” na maior rede social do mundo, com o propósito de ganhar uma aposta/desafio. Cada post é normalmente acompanhado por uma fotografia dos apostadores, juntamente com um cartaz revelando o prêmio em jogo.
A campanha desse tipo mais antiga conhecida no Facebook foi lançada pelo grupo internacional de caridadeFree The Children para promover seu evento anual de capacitação de jovens “WeDay”, em setembro de 2010, não muito tempo depois de a rede social ter lançado um novo recurso: o botão “curtir,” em abril. A Free The Children prometeu que para cada “Like” em sua página,  seus patrocinadores iriam doar US$ 1 para a caridade.

Popout

No entanto, a primeira instância casual de uma campanha assim se tornou viral em novembro de 2012, após Dan Urbano de Newton, Massachusetts, fazer uma aposta com seus filhos na qual, se conseguissem mil “Likes” no Facebook pedindo por um gatinho, ele faria o seu sonho virar realidade. Poucas horas depois da postagem, em 07 de novembro, o apelo feito pelas crianças na rede social superou sua meta e no dia 12, já havia recebido mais de 110 mil “Likes” e 100.000 shares.


Em 15 de janeiro de 2013, outro residente de Massachusetts, Ryan Cordell, ironizou suas filhas, depois de ter lido a história da família Urbano,  prometendo que poderiam ter um novo cachorro se conseguissem angariar um milhão “Likes” no Facebook. Em menos de 24 horas, a página “Twogirlsandapuppy” criada pelas crianças chegou a mais de 1,2 milhão de “curtidas”. A história foi divulgada no dia seguinte por várias mídias,  incluindo o  programa “Good Morning America” da ABC.


Em 17 de janeiro de 2013, o estudante universitário norueguês Petter Kverneng postou uma foto de si mesmo e sua amiga Cathrine, enquanto segurava um cartaz que dizia: Cathrine disse que se eu conseguir 1M. de “Likes” que ela iria fazer sexo comigo. Por favor, compartilhe e curti! 



Nas primeiras 24 horas de sua postagem, a imagem de Kverneng se tornou viral e ultrapassou sua meta.
Será que ele se deu bem?

Parece que os casos acima andam inspirando muitas pessoas!


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

13 dicas de SEO para 2013



O ano de 2012 foi um dos mais impactantes para quem trabalha ou se interessa por SEO. Inúmeros updates de algoritmo vieram à tona e o zoológico do Google ganhou mais um personagem, além do Panda e do Pinguim: o Pônei (mesmo não confirmado pelo Google, foi muito comentado por profissionais da área). Cada vez mais vemos a qualidade de conteúdo ser tratada como um dos fatores primordiais para quem quer ter sucesso em projetos de SEO, e um dos debates que mais ganha força é: o que vai funcionar em 2013? Que técnicas deverão ser privilegiadas e quais devem ser abandonadas? Por isso apresentamos neste artigo 13 dicas de SEO para 2013. Apesar de algumas delas já serem utilizadas, esta compilação reúne aspectos que devem continuar tendo importância e outros mais recentes e estratégicos. Boa leitura!

1. Conheça seu público-alvo. Acerte o target em cheio!

Não comece um projeto de SEO no escuro. Planeje muito antes! Ao analisar e/ou formatar o planejamento de marketing digital de seu cliente, ou de seu projeto pessoal, é fundamental que você estude e conheça o comportamento de seu público-alvo. Onde seu target está? Quais redes sociais ele usa? Que tipos de palavras-chave ele costuma procurar no Google? Quais são seus principais interesses? A partir destas informações você pode definir que tipo de conteúdo irá produzir para atrair seu target.

2. Analise sua concorrência e estude seu nicho de atuação

Verifique o cenário no qual você está inserido e desconstrua o nicho de atuação de seu cliente. Faça umaanálise SWOT para definir as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças com as quais você lidará no dia-a-dia de trabalho. Para analisar seus concorrentes (backlinks, âncoras etc.), utilize ferramentas como Open Site Explorer, da SEOMoz, e aHrefs (agora com versão beta em português).

3. Pense seus projetos para mobile

Segundo a pesquisa Mobile Modes, realizada pelo Yahoo! Insights em parceria com o Instituto Ipsos, a expectativa é que em 2013 cerca de 67 milhões de pessoas navegarão pela internet em seus dispositivos móveis. Ainda de acordo com o estudo, 18% dos internautas brasileiros já pesquisam por preços de produtos em seus smartphones, tablets e afins. E a previsão para 2015 é ainda mais otimista. A expectativa é que mais de 100 milhões de pessoas utilizem a internet mobile daqui a dois anos. Vamos nos preparar! Torne seu site acessível e amigável para dispositivos móveis. Mobile rules!

4. Busca local: personalização de resultados por geolocalização

Os negócios locais se beneficiam cada vez mais da personalização de resultados por geolocalização. A integração do Google Places com o Google+ Local já oferece uma compilação de reviews e pontuações visualmente mais atrativa, que pode vir a influenciar clientes em potencial a tomar decisões. Além disso, a extensão do aplicativo Google Search, o assistente pessoal Google Now, disponível para Android, sugere opções de bares, restaurantes ou locais de interesse do usuário, por intermédio de sua geolocalização e hábitos. Mobile rules também no local search!

5. Valorize a arquitetura da informação

Torne a navegação em seu site intuitiva, mantenha as informações organizadas e simples de serem encontradas. Lembre-se que o Google tenta “pensar” como o internauta, de forma semântica. Ele privilegia sites que organizam bem a sua arquitetura da informação e organização hierárquica por assuntos. Dessa forma, você vai ter seu conteúdo bem indexado e seu usuário ficará satisfeito ao encontrar o que procura com facilidade. Seu conteúdo deve ser bem distribuído em categorias e subcategorias pertinentes a cada assunto, facilitando a navegabilidade a partir de head tails até as long tails.

6. Entenda o comportamento do usuário em seu site

Faça um mapeamento de suas principais landing pages, para verificar quais regiões do site têm mais cliques e fluência de navegação. Existem ferramentas como o CrazyEgg, que facilitam isso. Analise os relatórios de conversão no Google Analytics e estude os caminhos que o internauta percorreu antes de comprar um produto, solicitar um orçamento ou assinar uma newsletter. Pense no que pode ser feito para comunicar melhor com seu cliente em potencial, fidelizar seus clientes atuais e gerar mais leads e conversões!

7. Elabore conteúdo de qualidade, inove e produza em multimídia

Não pense apenas em textos otimizados, mas também em produzir vídeos, imagens e infográficos que possam se configurar como link bait (isca de links). Atraia seu público-alvo e o fidelize não somente pela qualidade das informações, mas também pela usabilidade das suas páginas, pela riqueza de detalhes e inovação visual. O conteúdo precisa ser bonito, além de informativo. Mantenha seu foco no usuário. É importante estudar os novos updates de algoritmo e se manter atualizado, mas, lembre-se: seu conteúdo é feito para o internauta. Pensando assim você vai ganhar muitos links naturais e votos sociais.

8. Estimule a interação do usuário

Você pode fazer isso de várias formas! Vamos citar três delas:
  • Instale botões de compartilhamento social bem visíveis nas páginas do seu site. Se o internauta gostar de seu conteúdo, com certeza irá indicar a seus amigos e contatos nas redes sociais;
  • Estimule o debate e os comentários em seus artigos, podcasts, vídeos ou gráficos;
  • Utilize review ratings que permitam ao usuário dar uma nota a determinado produto, serviço, receita etc. Além de estimular a interação, você terá rich snippets em seu resultado de busca, o que contribui para aumentar seu CTR (taxa de cliques).

9. Seja social: não subestime o Google Plus

Muita gente diz que o Google Plus é feio, chato ou um deserto. Se você pensa estrategicamente em SEO, não acredite nisso. As principais mídias e redes sociais têm bons efeitos para SEO e se configuram como sinais sociais, pois o Google enxerga o compartilhamento (ou plus, ou like, ou RT etc.) como votos de qualidade para determinado artigo, vídeo ou imagem. Em 2013 aposte na rede social do Google. Vincule o conteúdo que você produz ao seu perfil do Google Plus por intermédio da rel=author. A foto de seu perfil no G+ aparecerá nos resultados de busca dos seus artigos, aumentando o CTR. Além disso, à medida em que seu conteúdo for ganhando popularidade, seu AuthorRank ganhará relevância, o que irá gerar melhor rankeamento de seus artigos. Esqueça o PageRank, que não é fator de rankeamento há muito tempo. Pense no AuthorRank, na confiabilidade e nos votos sociais de seus artigos! Também instale o botão de plus one nas páginas do seu site. Já há quem diga que é melhor receber 10 plus one’s do G+ do que 100 like’s do Facebook. Será? É pra se pensar…

10. Não se preocupe com links em textos-âncora exatos

O Link Building não morreu e nem vai morrer. Pelo menos não tão cedo. O que vai morrer é a relevância de backlinks obtidos de forma artificial ou em larga escala. O Google cada vez mais valoriza referências (links) conquistados de forma natural e em sites relevantes e confiáveis, independentemente de texto-âncora. E como conseguir isso? Produzindo material de muita qualidade. As citações, referências e links virão naturalmente. Além disso, crie links para seus sites em seus perfis em redes sociais e fóruns. Ser bem relacionado com sites do mesmo nicho no qual você trabalha também ajuda. Em 2013 o Link Building vai caminhar cada vez mais para uma espécie de assessoria de imprensa online. Relacionamento é a palavra-chave da vez!

11. Seja muito, muito, muito relevante

Data nascimento Einstein Google Knowledge Graph

Com a implementação do Painel do Conhecimento (Knowledge Graph), o Google ficou mais inteligente. Para determinadas pesquisas, o internauta pode obter a informação que deseja sem sair do próprio Google, caso ele queira saber a data de nascimento do Einstein, por exemplo. Portanto, elabore meta description’s e title’s atrativos, com um forte call to action, que mostre ao internauta como seu site pode oferecer informações complementares, e de qualidade, à pesquisa inicial. Não esqueça que a propaganda não pode ser enganosa. Se você conquistar essa visita, seu conteúdo precisa ser, realmente, muito relevante.

12. Seja organizado

O Excel e o Google Docs são dois dos melhores amigos do bom profissional de SEO. Faça um monitoramento criterioso de suas estratégias e ações, analise métricas e resultados. Seu planejamento pode sempre evoluir, mas para isso você precisa ter suas ações bem documentadas. Apesar de privilegiar o digital, já que estamos falando de internet, não deixe o analógico de lado. Use uma agenda, faça anotações nas reuniões com seus clientes ou em sessões de brainstorming com sua equipe. Mantenha as ideias vivas! Isso faz a diferença!

13. Estude, estude, estude e estude mais um pouco

Participe de comunidades e grupos de SEO, se relacione com profissionais da área e mantenha-se atualizado sempre! Todo dia é dia de aprender e colocar novidades em prática. O SEO é uma área muito autodidata, intuitiva, de aplicação de testes e monitoramento de resultados. Nunca ache que já sabe tudo, pois sempre vem um update para desafiar seus conhecimentos, com direito a “coices do Pônei” e total releitura de planejamentos estratégicos. Portanto, estude sempre!
Essas são as 13 dicas de SEO para 2013 que indico a você. Gostou? Quais das dicas você já usa ou pretende usar neste ano que se inicia
Se quiser ler alguma matéria que fale mais sobre um dos tópicos abordados, escreva nos comentários que nós iremos providenciar!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Twitter fecha parceria para vendas online

O Twitter anunciou esta semana um acordo que promete aumentar as receitas e expandir a área de atuação da rede social. O micro blog fechou uma parceria com a rede American Express que permite aos usuários comprarem produtos via Twitter. Os internautas, que são clientes da rede de cartões, poderão postar os produtos desejados na rede social e efetuar a compra online. 

A novidade será lançada nos próximos dias. Os valores da parceria não foram divulgados. O acordo estreita a aliança entre o Twitter e American Express, que há um ano lançou uma parceria para divulgação de cupons dentro do micro blog – o programa começou com 16 comerciantes, em 2012, e hoje já abrange mais de 100 empresas.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Dicas para Marketing Político Digital



Muito se prometeu em 2012 sobre o marketing político digital e nem tanto foi feito, o que se viu muito foi uma grande procura dos candidatos pelo serviço nos três meses de campanhas eleitorais. Todos queriam ganhar votos e conquistar espaço na web e muitos nunca ali tinham se aventurado. Inúmeros perfis sugiram do nada e buscavam a todo custo seguidores e amigos caindo na grande falha de achar que quantidade era melhor do que qualidade.

A evolução das mídias digitais é frequente e, muitas empresas e profissionais ainda não estão capacitados para acompanhar e lidar com essas mudanças. A Falta de interação com usuários, a demora nas respostas e a falta de presença on-line são alguns dos tantos erros cometidos por quem quer gerir uma rede social digital. É importante perceber que os ‘amigos’ on-line compartilham, curtem e comentam coisas que são de seu interesse, ou seja, não adianta em nada ter 1500 seguidores jornalistas se meu blog fala sobre engenharia civil. Deve-se gerar identidade com os usuários para que seu conteúdo consiga influenciá-los.

É importante entender o que o marketing digital não é feito do dia para noite e faz parte de um processo demorado de conquista de confiança dos usuários da rede. Partidos e parlamentares estarão na internet querendo ou não. Então, pensando nisso é importante que você que busca uma vaga no pleito de 2014 não deixe para última hora. Comece agora mesmo!

Preparamos dicas para que você possa melhorar seu desempenho, tendo a oportunidade de transformar seus amigos virtuais em eleitores reais.
  • Não basta estar por estar nas redes, mas sim estar e fazer a diferença;
  • É necessário entender que assim como a campanha off-line, a campanha digital também requer planejamento e investimento;
  • Participação do candidato nas redes sociais é fundamental, mesmo que  a comunicação é feita por uma equipe, essa participação faz com que o eleitor sinta-se próximo. Essa ação é muito conhecida nas ruas sendo até apelidada de corpo a corpo e no ambiente virtual não pode ser diferente;
  • Interação é a palavra chave nas redes sociais da web. Seu eleitor ganhou voz, mas ninguém quer falar e não ser ouvido. Responda os questionamentos feitos, agradeça os apoios e não se omita nem esconda nada, pois queira ou não os internautas falarão de você.
  • Esclareça toda a equipe através de um treinamento de como se dá o trabalho digital e a participação de cada um no processo, quem é responsável por postagens, quem irá monitorar, quem são os responsáveis por conter uma possível crise entre outras tarefas. Ter um perfil no facebook com 5 mil amigos não torna ninguém especialista em comunicação digital;
  • Não há necessidade de estar em todas as redes sociais. É preciso planejar e saber qual é a melhor rede local, se o Orkut ou o Instagram são as mais usadas explore-as;
  • Entenda as necessidades da sua região. O acesso a internet é grande na sua cidade? Todos têm acesso banda larga ou a conexão é mais lenta? Todos esses aspectos devem ser considerados para definir até layouts e materiais gráficos serão produzidos para manter uma boa e rápida navegação dos usuários. Lembre-se que se sua página não abrir rápido o eleitor vai para outra página.
  • Foque seu público alvo e saiba o que eles fazem e querem ouvir, mas lembre-se a campanha off-line anda junto com campanha on-line. Não são campanhas distintas, mas iguais só que em plataformas diferentes;
  • Use todo o material off-line para divulgar seus sites e redes sociais;
  • O meio digital ainda não ganha eleição, mas seus eleitores estão nessa plataforma e eles têm voz ativa e cobram propostas visionárias e criativas;
  • A oposição também está na rede e muitos já à dominam essa ferramenta. É importante ter essa consciência tendo cautela em suas ações, mas acima de tudo seja transparente;
  • Tempo é crucial! Antes uma mudança em campanhas políticas podia levar muito tempo para ocorrer e a internet potencializou a velocidade dessas alterações. A equipe é capaz de visualizar erros com rapidez e propor mudanças mais rápido ainda e nesse sentido o monitoramento das atividades é essencial. O tempo nas interações também é de suma importância, é inadmissível demorar muito para responder um questionamento podendo passar por omissão, o leitor de web quer respostas imediatas.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Infográfico: um olhar sobre pequenas empresas em 2013

Um novo ano é sinônimo de novas perspectivas, seja você um empresário ou colaborador de alguma empresa e o ano de 2012 foi um divisor de águas para muitas pessoas e empresas. Novas empresas foram criadas, startups lançadas e empresas já existentes prosperaram. Enfim, um ano lucrativo para muitas pessoas que acreditaram.

O pequeno varejo cresceu por volta de 12% em 2012 e as expectativas para 2013 são ainda melhores diante do acesso ao crédito e aumento da taxa de emprego, apesar da baixa perspectiva de crescimento da economia brasileira.

AWeber entrevistou mais de 3.000 empreendedores de como sentiram os efeitos da economia em 2012 e como pretendiam aumentar seus investimentos. Com estas informações em mãos criou o infográfico: Um olhar sobre as Pequenas Empresas em 2013.



quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O que o consumidor quer do seu e-commerce?



Sempre que volto ao Brasil, vejo a diferença entre o e-commerce no exterior e o nosso brasileiro. Parece até brincadeira, mas mesmo com design parecidos, estratégias práticas e todo o esforço e crescimento, existe uma ponto que ainda não mudamos. O sentimento ao final da compra.
Seja no Brasil, Eua ou Coreia, a necessidade de compra, expectativas e desejo é o mesmo. Comum ao ser humano. Seja no ON ou no OFF, você passa sempre por um ciclo de desejo, experiência de marca / compra e relacionamento. Pode esquecer esse papo de estratégias, de mídia ou o botão de comprar. Estou falando daquele WooooW que faz você esquecer o preço e sempre voltar para querer mais.
E quer saber onde está a maior diferença? Aonde a Amazon, por exemplo, me fez gastar mais que todas as lojas Brasil juntas? Então #sentaeanota que aqui vai um tema de casa.

O que realmente queremos?

Enquanto você pensar que a primeira resposta é preço, continue na sua briga por custos, prazos e vamos ver quem ganha no final. Em um processo de compra (seja online, offline, mobile ou subaquático), queremos mesmo é satisfazer um desejo, uma vontade. Fazer a melhor compra do mundo, tendo a certeza que é seguro, a logística funciona e em caso de arrependimento, seja fácil e prático o retorno.
Estou falando muito mais do que o produto em casa com uma política corp de aqui vão seus 15 dias de prazo. Em avaliar, decidir, opinar e poder compartilhar um #odeio ou #adoro de verdade. Gostou, multiplique e indique, detestou, o retorno é por nossa conta e #simplesassim. Se você entende isso de verdade, vai ser simples ver o tamanho da vantagem do online sobre o offline e que é apenas questão de tempo para termos lojas conceituais e um seja nosso cliente e continue a compra online.
E não venha me dizer que lembra de ter lido isso em mais de 50 livros de marketing, ecommerce e ebusiness. Na prática, como você realmente está?

Precisamos aprender com quem faz

Se falar é fácil, fazer é outra história. E para cortar logo o #mimimi aqui vão 5 das principais diferenças entre o Brasil e USA e como gasto muito mais quando volto ao escritório em NY do que em compras online no Brasil. Quer saber o motivo? Basta anotar esses 5 cases…

01. Tenha uma compra simplificada, clara e transparente como o eBay.

Se você tem alguma dúvida, tente se cadastrar, pesquisar, ler a política de compra, entrega, proteção ao cliente e o melhor… Um telefone de suporte / FAQ que é realmente orientado a solucionar o problema do cliente, sempre tentando ao máximo opções e garantias. No eBay você realmente encontra tudo isso. De qualificação de vendedores e compradores (sim você tem uma qualificação), a até uma política completa anti-fraude com um nós do eBay pagamos a conta se der errado. Imagine isso no seu ecommerce.

02. O seu On-Off-Mobile são apenas um. Como na Apple, que aonde você for é sempre Apple.

Nada melhor que você dar um click no seu celular, pode mostrar os produtos, lojas mais próximas, opções de pagar agora, retirar na loja (consultando em tempo real o estoque) e ao chegar, você agenda pelo aplicativo o consultor / vendedor que irá te atender. Quer um pouco mais, experimente o App da Apple e visite uma loja para entender como tudo funciona. Se preferir, você tem ainda a opção de scan para selecionar o produto e do-your-self a compra. E você pensando que o off era bom…

03. Comprou e quer devolver? Simples, gratuito e descomplicado como a Blockbuster.

Se você acha que a Amazon é boa em devolver é por que não viu o sistema da Blockbuster para concorrer com o Netflix. Basicamente a questão é como fazer para concorrer com uma rede de vídeo instantâneo? A aposta foi tamanho do acervo e velocidade de lançamento nas lojas. Nesse ponto a Blockbuster criou o sistema de assinatura, onde você paga mensalmente para receber 2 vídeos por vez, podendo ver e retornar pelo correio, que eles te enviam o próximo. Parece até complicado, se não fosse a lista de vídeos que você automatiza no site e o envelope que você recebe que no verso já é o envelope para envio / retorno. Simples assim. Inclusive o mail pega em casa o seu envelope, sem precisar ir ao correio. Que tal uma agenda de filmes e lançamentos planejada com tempo e toda semana novas entrega em casa?

04. E se algo der errado? Um suporte que realmente quer ajudar como a Zappos e Paypal.

Faz algum tempo que esses sistemas têm melhorado. Se quiser experimentar, tente ligar para a Zappos e conversar com um atendente. Além de você adorar a conversa, vai ver como as pessoas realmente querem te ajudar. E no Paypal (um banco), mesmo que burocrático você fica impressionado como encontra pessoas, passos simples e registro de tudo que você está fazendo, podendo receber o status na sua conta online, email ou telefone. No final, mesmo se não der certo, você sai com aquela sensação de eles tentaram meeeeesmo ajudar no meu caso. #thx #thx #thx

05. Pensou em site bacana, relacionamento e logística, falou Amazon.com

Parece brincadeira, mas esse é disparado meu campeão de compras. Toda semana acesso e compro algo. De objetos, presentes a comida. Tudo. Quer saber o motivo? Some um super sistema de indicação no site, outro em cada produto pesquisado (nota, opiniões e o que outros compraram) e envio de produtos realmente relevantes no meu email. Se pensa que isso é bom, inclua a opção de comprar novo ou usado, comparando lojas ou fornecedores com ranking. Quer mais? Que tal tudo isso em um sistema de entrega gratuito, onde pago por uma assinatura anual e a Amazon me entrega de forma super rápida e com a devolução mega simplificada. Você compra um produto indicado/recomendado, tem a opinião real dos compradores, quase zero prazo de entrega (um a 3 dias) e se não gostou, devolução gratuita coberta pela própria Amazon. Quer lançamentos, filmes, games, livros ou até sua mostarda preferida?

E o que podemos realmente fazer?

Antes de você pensar que isso é coisa de gringo e não rola no Brasil, acorde. Segue abaixo o que você pode fazer para ter isso funcionando a seu favor.
  1. Comece simplificando essa sua compra. Quero comprar, pagar e receber. Tudo isso ou em 30 dias, 5 ou apenas um, com opção para entregamos e montamos na sua casa. Desculpe mas logística é o seu negócio.
  2. Avalie se essa opção de compra mínima para entrega não fica melhor tendo clientes prime, com pagamento de R$ 100,00 ao ano para produtos entregues pela loja. Não gostou, pagamos a volta.
  3. Quer ferramentas? Se for investir trabalhe com seu TI na avaliação real de produtos, mostrar o que os outros também compraram e um sistema para receber por email informações realmente específicas sobre troca de preços, descontos ou lançamentos como tudo sobre novas chupetas para Kids.
  4. Seja online, seja mobile. Inicie por um clube de vantagem ou lançamentos até sua loja estar na mão do cliente com opções de consulta, reserva de produtos e agendar horário para retirar / comprar.
  5. Para fechar, tenha a segurança de pagamos a devolução do produto, inclusive tirarndo um pouco da verba de mídia para trabalhar essa política (sic) de devolução (mude para compromisso de devolução), adicionado ao pagamento do retorno, cupons para outros produtos ou bônus para envie seu feedback.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O que os brasileiros querem no Facebook?


A Gauge, consultoria de inteligência digital, realizou um estudo para responder essa pergunta. Durante mais de dois meses, a equipe da Gauge fez análises em páginas de empresas no Facebook, empregou questionários e fez pesquisas focais para produzir um relatório que discute as várias faces da presença dos brasileiros na maior rede social do mundo.
Alguns dos destaques do estudo mostram que as pessoas que curtem as páginas de suas marcas preferidas no Facebook ainda possuem várias demandas não atendidas. Os conteúdos leves de humor, por exemplo, não agradam a todos os públicos, e a falta de uma disposição verdadeira das empresas para se relacionar ainda deixam muitos brasileiros frustrados.
Uma descoberta importante do estudo é que as mulheres dominam interações com as marcas e se sentem muito mais à vontade para se relacionar com elas. Mesmo nas páginas de cervejarias e de bebidas alcoólicas, terreno socialmente mais masculino, elas são maioria. Segundo o estudo, as mulheres publicam, em média, 7 posts por dia, enquanto os homens realizam em média 5 publicações diariamente no Facebook.
Confira alguns pontos que destacamos do estudo e um infográfico especial feito por Lucas Moschione, da equipe do Scup Ideas:
O que as principais marcas estão fazendo no Facebook?
A maioria das marcas ignora em suas páginas dois pontos decisivos nas redes sociais: relacionamento e conteúdo adequado para cada público. O estudo apontou que a Skol, o Guaraná Antártica e o banco Itaú são exemplos de marcas no caminho certo nas mídias sociais. As empresas publicam posts ligados ao cotidiano, permeados pelo bom humor e sem necessidade de textos longos. Mensagens leves e capazes de atrair pessoas de todas as idades são o ponto forte das páginas dessas empresas.
Quais são os hábitos diários das pessoas que curtem as páginas de marcas?
Muitas marcas apostam no conteúdo de humor como principal forma de interação, mas o estudo revelou que este tipo de publicação capta a atenção principalmente do público com menos de 25 anos. Os usuários acima dos 26 anos buscam principalmente informação ao curtir uma página de uma marca no Facebook. 36% deles buscam páginas que tenham a ver com profissão e estudo, enquanto apenas 17% desse grupo curte páginas de humor.
Quais a relações que os usuários têm com as marcas fora do ambiente virtual?
40% das pessoas curtem páginas de marcas que trazem lembranças de momentos das suas vidas e do seu cotidiano, enquanto 65% delas compartilham conteúdos que as fazem lembrar de pessoas próximas. A presença no dia a dia das pessoas é fundamental para o sucesso das marcas nas redes sociais: 74% dos usuários do Facebook curtem apenas páginas de produtos que consomem cotidianamente.

via Scup Ideas

Google+ Local: 4 principais fatores de otimização para 2013


Diversos fatores de rankeamento do Google+ Local (Google Places) são levados em consideração na hora de calcular os rankings. No entanto, algumas formas de classificação têm mais prioridade do que outras. Para que seja feita uma listagem de visibilidade mais concisa, há a exigência mínima de que sejam provadas as interações com o usuário (cliente) e postagens de informações com caráter relevante.


Os quatro principais fatores de ranking do Google + local incluem:

Opiniões: Esse é um fator de grande utilidade, pois mostra que as pessoas estão realmente usando os produtos da empresa ou adquirindo seus serviços. Quanto mais comentários em uma página do G+, melhor. Isso realmente mostra a relevância do negócio para a população local, ajudando a construir a confiança de futuros clientes. É claro que se todos os comentários forem positivos, a importância é especialmente vantajosa, avançando o nível de reputação da empresa.

Otimização Adequada (SEO): Usando em número certo de vezes as palavras-chave corretas em uma página do Google+ local, a otimização torna-se altamente benéfica. Isso aumenta a chance do anúncio ser encontrado quando os potenciais clientes pesquisam determinado tipo de serviço ou produto de acordo com as palavras-chave principais. Uma boa dica é utilizar frases específicas na descrição para que forneçam um fluxo constante de tráfego.

Informações Completas: Todas as partes do perfil devem ser preenchidas, a fim de aumentar em qualificação o nível de rankeamento da página. Isso ajuda ainda mais na reputação de uma empresa, pois com a exposição de dados, mostra-se que não há informações para serem escondidas. Uma exceção a isso pode ser quando um negócio ocorre em um ambiente mais particular (Home Office, por exemplo). No entanto, qualquer empresa que tenha um endereço público, número de telefone e site devem tê-los com o nome correto para exposição.

Presença de Citações: Ela ajuda a ter diversas opiniões de terceiros em uma página do Google +. Isso aumenta a legitimidade do perfil e também ajuda a representar a realidade entre uma empresa e seus clientes. Também pode melhorar a chance dos usuários G+ visitarem o site da empresa listada nesta página de perfil. Citações podem consequentemente aumentar a possibilidade de futuras vendas.

O objetivo principal de garantir uma boa posição de rankeamento através do Google + não é só ganhar um “concurso de popularidade”. Esta é uma forma de estabelecer uma presença online local. É o que faz com que as marcas de empresas menos conhecidas fiquem perceptíveis até que o público esteja convencido de que elas são benéficas.

Comumente, leva-se um tempo para classificação no G+ antes da empresa listada atingir uma plateia suficiente. No entanto, a espera vale a pena, pois geralmente leva-se uma garantia de melhor serviço ao cliente para um público específico. O cliente, por ventura, aumenta a chance de se comunicar com pessoas que realmente estejam interessadas em um mesmo produto ou serviço específico caso a experiência final seja satisfatória.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

O impacto do fim do Messenger na publicidade online




A grande notícia do último mês foi a suposta data marcada para a morte do Windows Live Messenger, mais conhecido no Brasil como MSN Messenger ou MSN pros íntimos.

O que ainda não foi publicamente abordado é o impacto e simbolismo que este fato tem para o mercado publicitário, especificamente o brasileiro.

Historicamente o mercado de mídia online no Brasil sempre foi centrado nos portais, uma concentração de verba quase que inédita no mundo todo.

O MSN foi o primeiro espaço publicitário a desbancar os portais. Anunciar no MSN Hoje (aquela janelona que abre quando você inicia o programa) sempre foi disputado a tapas, pois os resultados são muito bons, especialmente em termos de exposição de Marca. Com o tempo, ele tornou-se um dos maiores CPMs da indústria.

Além disso, o Messenger lançou muitos formatos inovadores e exclusivos, como as abas, que permitiram a criação de jogos e campanhas muito mais interativas que um simples banner, papel de parede, winks, skin e outras intervenções na janelinha que faziam a alegria dos criativos e das Marcas. Podemos dizer que ele foi pioneiro no que hoje convenciona-se chamar como native ads, uma das buzzwords que vão tomar conta das manchetes em 2013, aliás.

E agora, como fica tudo isso? Para onde vai essa verba, já que o Skype, como é hoje, ainda não tem espaços para este tipo de campanha.

Curiosamente o Messenger continuará ativo na China ou seja, aparentemente seria possível mantê-lo vivo no Brasil, por questões publicitárias. Mais ou menos como o Google faz com o Orkut, cuja página de saída é outro espaço disputadíssimo e valorizado, a ponto de ter sido a inspiração para o Facebook criar a sua. Sim inspiração, pois foi uma ideia que saiu da equipe de produtos do Facebook Brasil e, como sabemos, boa parte dela veio do Google, então sabem bem da eficiência de um anúncio ali.

Costumo dizer que a publicidade online teve alguns 2 momentos disruptivos bem claros: o sucesso do Messenger e a chegada do Google (leia-se busca, Orkut e YouTube). Foram dois momentos que mudaram o equilíbrio da balança de alocação de verba nos planos de mídia, que ia toda para os portais.

Agora vai-se o Messenger, o Orkut já não é o mesmo...quem virá para ocupar este espaço? Facebook? Twitter? Ou o Skype dará conta do recado?