quinta-feira, 7 de março de 2013
[Vídeo] Dicas para empresas nas redes sociais
terça-feira, 5 de março de 2013
Cervejas premium apostam no digital para crescer no Brasil
Elas são desejadas, badaladas e top. E estão em ascensão no concorrido mercado nacional. No Brasil, terceiro país que mais produz cerveja no mundo (só fica atrás de China e Estados Unidos), as marcas premium da bebida viraram produtos de desejo e vivem um boom.
O nicho detém hoje cerca de 5% do mercado total de cervejas e movimenta R$ 300 milhões por ano. Mas é o crescimento registrado nos últimos meses, aliado ao potencial de incremento nos próximos anos, que anima os investidores.
De acordo com estimativas da Ambev, o mercado de cervejas caiu 0,6% no Brasil, de janeiro a dezembro do ano passado. No mesmo período, as vendas das marcas premium da companhia cresceram 12,4%, com destaque para Budweiser e Stella Artois.
Para Sérgio Esteves, gerente corporativo de marcas premium da empresa, o mercado brasileiro é um dos mais promissores do mundo, escorado no fortalecimento do real diante das moedas internacionais, no aumento da renda da população e no interesse por conhecer novos rótulos.
“Aqui, as marcas premium de cerveja ainda têm uma grande oportunidade de crescimento, se compararmos com mercados como a Argentina, onde o nicho tem 11% do total, a Europa, que registra 20%, e a América do Norte, com 17%”, diz.
Elas também não cabem no bolso de qualquer um, e o desejo por exclusividade talvez explique a queda de um certo estrato pelas louras geladas top, num cenário onde a classe C conquista cada vez mais poder de consumo. “O consumidor brasileiro de marcas premium procura se diferenciar no momento de escolher a cerveja que bebe”, define Esteves.
Depois de consolidar no país a grife Stella Artois, de origem belga, a Ambev reforçou seu portfólio com a norte-americana Budweiser. Marca popular nos EUA, ela chegou ao Brasil no segundo semestre de 2011, mirando a classe A/B. Hoje, a Ambev detém 70% do segmento premium nacional de cervejas.
Digital alavanca os ‘brand lovers’
Outra grife já consolidada por aqui, a Heineken também tem números para comemorar no país. Em 2012, a cerveja de origem holandesa cresceu mais de 40% no mercado nacional, e o Brasil registrou o maior crescimento percentual em absoluto para a marca no mundo.
Segundo Daniela Cachich, diretora de marcas premium da Heineken Brasil, a ascensão do segmento no mercado nacional é um movimento recente e uma consequência do aumento de renda da população. “Isso eleva também a exigência por produtos de maior valor agregado. Além disso, notamos que o consumidor brasileiro está mais aberto a marcas internacionais”, diz.
Para ela, ainda há muito espaço a ser conquistado, já que a categoria de cerveja é uma das últimas a sofrer o processo de “premiunização”. “É por isso que registramos taxas de crescimento expressivas. Esse nicho tem potencial para chegar a cerca de 15% do mercado total, que é a realidade do segmento premium em outros países do mundo.”
Aquecido, o mercado segue recebendo novidades. Em dezembro, a cervejaria espanhola Estrella Galicia anunciou a abertura de uma fábrica no Brasil. Já a Brasil Kirin, novo nome da antiga Schincariol, que foi comprada pela japonesa Kirin, promete lançar novas bebidas em 2013.
E o digital está inserido nas estratégias de comunicação das louras top. Sérgio Esteves, da Ambev, lembra que o Brasil já tem quase 95 milhões de pessoas conectadas. “Quando fazemos o corte demográfico para o target das cervejas premium, a penetração é equivalente à da TV aberta”, conta. Assim, marcas como a novata Budweiser ascenderam misturando patrocínio a shows internacionais e esportistas como o lutador Anderson Silva com ações em redes sociais e aplicativos do UFC para smartphones e tablets.
Integrar o online e o offline também é a estratégia da Heineken, que patrocina a UEFA Champions League, o mais top torneio de clubes do futebol mundial, e trará ao Brasil a taça da liga europeia em março. “As plataformas digitais são nossa principal ferramenta de diálogo com os consumidores”, diz Daniela Cachich. “Mais que isso, elas engajam e transformam os consumidores em brand lovers.”
Por Débora Yuri, ProXXima
segunda-feira, 5 de março de 2012
Você imagina como utilizará o seu tempo online em 2012?
O acesso à internet já não é um luxo e sim uma necessidade. Banda Larga Popular e acesso à internet para toda população são assuntos que já fazem parte do dia-a-dia. Em casa, no trabalho, no ônibus ou no café, utilizando o notebook, desktop, smartphone ou tablet, procuramos sempre nos manter online e conectados aos nossos amigos e noticias.
Facebook, Twitter, Foursquare, Orkut, Flickr, Tumblr., Gmail, MSN e outras redes sociais e ferramentas online já são “velhas” conhecidas, porém, quanto tempo você e pessoas do mundo inteiro passam nessas redes diariamente e o que está por vir em 2012? Estes dados globais podem te surpreender!
- 40% dos brasileiros já estão conectados diariamente. Japão, Coréia e Estados Unidos já ultrapassam 80% da população, e esse número aumentará 3% esse ano;
- Uma a cada 20 pessoas checarão seus e-mails a cada 45 minutos;
- 51% dos usuários de internet já se sentem frustrados e ansiosos quando não conseguem checar seus e-mails ou Facebook. Número que aumentará conforme o crescimento do uso da rede;
- 3 mil fotos serão colocadas no Flickr a cada minuto;
- Mais de 120 milhões de pessoas estarão conectadas via celular/smartphones;
- Até o fim de 2012 teremos aproximadamente 55 milhões de tablets conectados;
- Jogos online continuarão sendo umas das atividades mais comuns;
- Bingo online se tornará uma indústria de 1.3 bilhões de dólares;
- Compradores online atingirão a marca de 154.6 milhões de pessoas (e-books, roupas, eletrônicos e viagens estão entre os principais produtos adquiridos);
- Sites de compra coletiva serão os principais impulsionadores de compras online;
- O Brasil já é o terceiro país com mais usuários no Google+;
- Novas redes sociais irão surgir e você irá aderir.
terça-feira, 21 de junho de 2011
Social Media Brasil 2011
Especialista em mídias sociais do Mundo todo como: Ruben Quinones@rubenq da Path Interactive, Bruno Tozzini @tozzini e Philippe Bertrand @gulabgiri da DM9DDB e Marcelo Salgado do Bradesco @marcelosalgado marcaram presença neste grande evento, transmitindo muita informação, novidades e ideias à respeito de, como tornar uma marca bem falada pelos usuários das redes sociais. Das várias dicas que surgiram no #SocialMedia2011, cito aqui as dez que achamos mais importantes nesse mundo de interatividade, #FicamAsDicas:
1. Foco no usuário, essa foi uma dica passada por diversos palestrantes, não basta apenas criar um perfil ou uma promoção nesses canais, relacionamento com seu público-alvo é essencial;
2. Twitter não é SAC, deve haver diálogo e relacionamento na rede;
3. As redes sociais também podem ser usadas para monitorar o comportamento do consumidor. Se a empresa não entra na rede, alguém já entrou por ela, melhor a marca ser responsável e poder controlar seus canais, não acham?
4. Link building e Mídias Sociais. Link Building é um conjunto de estratégias para conseguir links para o site, o qual objetivo final é o ROI. O papel das mídias sociais na campanha de Link Building é gerar interação;
5. Canais sociais precisam de interação: ajude, responda e compartilhe conhecimento. Tenha uma relação de respeito com os fãs, estabeleça diálogos e escute o que eles têm a dizer. Mídia Social é muito mais que postar conteúdo e interagir com internautas;
6. As ferramentas sociais estão mudando a forma como as empresas planejam sua estratégia. Segundo uma pesquisa feita pela Deloitte, 70% das empresas utiliza e/ou monitoram Mídias Sociais;
7. As empresas ainda olham mídia social como mídia e não como plataforma de relacionamento, isso pode prejudicar sua estratégia;
8. O Facebook atingiu 700 milhões de usuários e em 2012 chegará a 1 bilhão. O Brasil é o país onde a rede mais cresceu; e o novo público compartilha tudo o que ama e odeia;
9. Mídia Social é o lugar no qual as pessoas postam o que sentem, o que estão fazendo e também o que não gostam, são ferramentas baseadas na internet para compartilhar e discutir informações entre seres humanos;
10. Campanhas em Mídias Sociais: o vídeo pode prolongar a ação, quem não viu, pode ver a campanha um ano depois por meio do vídeo;