terça-feira, 8 de novembro de 2011

Internet dobra em 4 anos e classes D/E respondem por 17% dos acessos




Pesquisa aponta ainda que a quantidade de internautas no Brasil que fazem compras online cresceu de 13% para 20% entre 2007 e 2011.

O aumento da venda de computadores, aliado a outros fatores como o avanço da tecnologia, contribuiu para que o acesso à Internet no Brasil praticamente dobrasse nos últimos quatro anos, de acordo com uma pesquisa nacional da Fecomércio-RJ, em parceria com o instituto de pesquisas Ipsos. Atualmente, 48% da população nacional têm acesso à rede; esse percentual era de 27% em 2007, aponta o estudo. "O crescimento do acesso no Brasil pode ser explicado também pelo apelo cada vez maior da web e das redes sociais, assim como por uma maior disseminação dos smartphones e tablets no país", afirma o economista da Fecomércio-RJ, Christian Travassos.

E não foi só o acesso que cresceu no período. De acordo com o levantamento, a frequência do uso da web também aumentou no país: 47% dos brasileiros conectados afirmam se conectar diariamente à Internet, enquanto que 33% disseram usar a web mais de uma vez por semana e 12% apenas uma vez por semana. Quanto ao período de conexão, mais da metade (55%) passa de 30 a 120 minutos na rede; 23% ficam entre duas e quatro horas conectados e 14% menos de meia hora.

Acesso entre classes
Como esperado, as classes de maior poder aquisitivo, A e B, lideram o acesso no país com 84%, bem acima da média do país de 48% – o percentual dessas classes era de 72% em 2007. Já a classe C, que cresceu de 31% para 43% no período, fica mais próxima da média nacional. As classes mais baixas, D e E, dobraram de 8% para 17% sua participação no acesso a web no país. “As classes D e E apresentam o maior potencial de crescimento de acesso a web, tanto pelo avanço da tecnologia, que baixa os preços dos produtos, quanto pelo maior poder de compra dos brasileiros”, aponta o economista da Fecomércio-RJ.

Outro fator que auxiliou o crescimento da web no Brasil foi a isenção dos impostos PIS e Cofins (válida até 2014) sobre a venda de computadores e componentes. “Essa isenção foi especialmente sentida de 2008 para 2009, quando passou a valer e houve um aumento de 8% na média nacional de acesso a web, indo de 31% para 39%”, explica Travassos.

Redes sociais e compras online
As redes sociais e sites de mensagens instantâneas, incluindo Facebook, MSN e Orkut, dominam o acesso online no país, com 61%. Logo atrás vem outros tipos de acesso: para pesquisas (48%), e-mails e sites de notícias (empatados com 34%), diversão e serviços (também juntos com 17% cada). Mais de 62% dos internautas disseram usar a Internet em casa. As lan houses e o local de trabalho ficaram empatados em segundo lugar, com 15%, seguidos pela casa de parentes e/ou amigos, responsáveis por 6% dos acessos.

Os brasileiros também estão fazendo mais compras online, de acordo com a pesquisa da Fecomércio. A quantidade de internautas que fazem compras online cresceu de 13% para 20% entre 2007 e 2011. Entre os produtos mais comprados por sites eletrônicos estão eletrodomésticos (36%), CDs e DVDs (20%), livros (16%) e ingressos para cinemas, shows e similares (7%). Responsável por 66% das transações, o cartão de crédito é a forma de pagamento mais usada, seguido de longe pelo boleto bancário, com 28%, e pelo débito em conta, com 3%.

A pesquisa da Fecomércio e da Ipsos entrevistou mais de mil pessoas, de 70 cidades espalhadas por nove regiões metropolitanas do país.

Pôneis Malditos leva Big Idea Chair 2011



A edição 2011 do Big Idea Chair, promovido pelo Yahoo, elegeu o case Pôneis Malditos, criado pela Lew Lara/TBWA para a Nissan, como o grande vencedor. “É uma grande ideia que encontrou no ambiente digital o poder de disseminação”, avaliou André Izay, diretor-geral do Yahoo no Brasil. Também estavam na disputa pela “poltrona” os cases “@ClaroRonaldo” da Ogilvy Brasil, “Cara a Cara” da DM9, “Fiat Mio” da AgênciaClick Isobar e “Street Art View” da Loducca.

Neste ano, o Yahoo também lançou a categoria “Solidariedade”, para premiar cases com cunho social. Criado pela agência curitibana The Getz, o vencedor “Esta vaga não é sua nem por um minuto” chamou a atenção para o desrespeito às vagas destinadas a deficientes. Nesta categoria, concorreram também o “Maior Abraço do Mundo” da Monumenta e o “Saldão de Banners” da Ogilvy Brasil.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Google+ começa a atender o mercado corporativo




O Google+, além de conectar pessoas, agora quer conectá-las a empresas e estabelecimentos. Em breve, companhias poderão criar páginas especiais para marcarem presença na rede social, da mesma forma que já fazem no Facebook, seu principal concorrente

O anúncio foi feito nesta segunda-feira (7/11) por Vic Gundotra, vice-presidente de engenharia da Google, via blog oficial. Embora empresas como Toyota e Pepsi, organizações como Save the Children, e equipes como Barcelona e Dallas Cowboys, já tenham seus perfis, o executivo disse que o recurso ainda não está aberto para todos.

“Algumas páginas já estão disponíveis, mas em pouco tempo qualquer organização poderá juntar-se à comunidade a partir do plus.google.com/pages/create”. Ao clicar neste link, por enquanto, uma mensagem em português avisa que o recurso estará disponível em breve.

Os perfis das empresas poderão ser adicionados aos círculos dos usuários e receber recomendações pelo botão +1. “Você só precisa começar a compartilhar e antes que imagina encontrará fãs e clientes leais dispostos a interagir”.

Para facilitar o acesso às páginas, a Google adicionou um novo recurso ao seu mecanismo de pesquisa. Agora, se o usuário quiser visitá-las, bastará digitar o sinal de mais (+) e o nome que procura - +Angry Birds, por exemplo – e será levado ao endereço. Em seguida, visualizará uma mensagem convidando-o a adicionar a companhia a seus círculos.

Desde julho – apenas um mês depois de lançar a rede social – a Google já vinha falando sobre ferramentas para o mercado corporativo. Na época, pediu paciência às empresas, pois elas estavam criando perfis no portal, mesmo este não estando preparado para atender suas demandas.

A Publing já conta com a sua página no Google+ e vai garanti o registro de todos os nossos clientes ainda essa semana.

[Mobile] Brasil é o 6º maior em crescimento de app



Segundo o Mobile Time, o Brasil atingiu um aumento entre janeiro e outubro deste ano de 369% em relação a quantidade de aplicativos móveis para smartphones. Assim é o sexto maior em relação ao crescimento desse setor, atrás de China, Argentina, Israel, Índia e Arábia Saudita.

O relatório divulgado pela Flurry afirma o crescimento dos países citados acima e ressalta que a participação norte-americana caiu no mesmo período.

A empresa ainda divulga suas previsões de que esse ano serão baixados 25 bilhões de aplicativos no mundo, nas plataformas iOS e Android, valor que deverá ser dobrado em 2012.

Mobilepedia