segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Ford realiza ação com Instagram na Europa


A Ford anunciou parceria com o aplicativo de compartilhamento de fotos Instagram, para divulgar o novo Ford Fiesta na Europa. A promoção, Fiestagram, tem como objetivo o compartilhamento de fotos tiradas pelos consumidores no site. A foto deve ser inspirada em uma das características do carro, e a cada semana a empresa divulgará uma nova categoria.
Os consumidores podem visitar a página do Fiesta  no Facebook para fazer upload de fotos com a hashtag #Fiestagram. A competição será julgada pelo fundador do Instagram Philippe González e o chefe de comunicão digital da Ford, Scott Monty. As imagens enviadas aparecem em uma galeria no Facebook e as melhores submissões serão publicados em outdoors e galerias de fotos em toda a Europa. O concurso recebeu mais de 11.000 imagens em pouco mais de 4 semanas e o vencedor será anunciado 09 de dezembro.

79% dos internautas brasileiros estão nas redes sociais


A última onda do estudo TG.net aponta que do universo de 35 milhões de internautas, 79% são ativos nas redes sociais.
Com idade média de 32 anos, o perfil dos usuários abrange praticamente todas as classes sociais e idades.
Sites de música são os mais visitados pelos usuários das redes sociais, porém aspreferências se alteram conforme o segmento de idade, informa o site Ibope.


  • Entre os jovens de 15 a 24 anos os três mais citados são – música, filmes e jogos.
  • Entre 25 e 44 anos – sites de comparação de preço, música e jornais nacionais.
  • Acima de 45 anos, sites de jornais nacionais/locais e comparação de preços.




quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Facebook e Skype inovando



Depois de anunciarem em julho que integrariam suas plataformas, Facebook eSkype chegam agora com mais novidades para os usuários. As pessoas registradas na rede social poderão se comunicar por meio de chats em vídeo. O anúncio veio acompanhado por um vídeo que explica a nova funcionalidade (veja abaixo).

As empresas oficializaram a parceria e, a partir de agora, um usuário do skype terá a possibilidade de iniciar uma videochamada com algum amigo logado no Facebook, sem necessariamente estar conectado ao serviço. Para utilizar o recurso, os usuários devem instalar a versão 5.4 Beta para Mac ou 5.7 Beta para Windows.

Segundo os boatos que vem sendo divulgados na web, os resultados da união entre as duas empresas não para por aqui. O próximo passo seria permitir aos usuários da rede social que participem de videochamadas com vários amigos, não apenas logados no site. O objetivo seria fornecer a ferramenta semelhante já disponível aos internautas na Google+, através dos Hangout. Além do fortalecimento dessa união com o Facebook, as versões atualizadas do Skype apresentam ainda melhor interface gráfica de vídeos para usuários do Mac e Windows. Dentre estes novos recursos está à disposição ainda a possibilidade de realizar um “grupo de compartilhamento da tela”.

Foursquare traz novidades

Objetivo é gerar mais especialistas, que darão dicas melhores em categorias específicas, premiando os experts.

Para atrair mais usuários e engajar quem já usa o app, o Foursquare agora terá níveis para os seus badges. Um número irá aparecer no canto inferior dos badges, indicando com que frequência os usuários deram check in em locais relacionados a essas categorias.

O primeiro nível, por exemplo, será obtido ao dar cinco checkins dentro de uma mesma categoria/badge ou em três lugares diferentes. Já para alcançar o nível 2 será preciso dar cinco check ins em lugares únicos. Do nível 3 em diante é preciso dar cinco ou mais check ins também em lugares diferentes. Essa mudança irá afetar 24 badges.

Segundo Alex Rainert, Head of Product do Foursquare, o objetivo é gerar mais especialistas, que darão dicas melhores em categorias específicas, premiando os experts. Afinal, uma dica de alguém mais experiente em um assunto vale muito mais do que a de alguém que começou a utilizar o app recentemente.

Ou seja, agora a disputa pelos badges ficou ainda mais acirrada!

Estudo do Facebook diz que qualquer pessoa está a cinco contatos de outra




O Facebook atualizou a teoria de “Seis Graus de Separação”, anunciando que um estudo em conjunto mostra que qualquer pessoa na Terra está a apenas 4.74 passos (ou seja, 5 indivíduos) de ser apresentado a qualquer outro cidadão, em vez dos antigos seis.
A rede social, em parceria com a Universidade de Milão, fez uma aproximação do “número de saltos” ou graus de separação entre pares de indivíduos no Facebook. O estudo levantou que enquanto 99,6% das duplas estão conectadas por até cinco graus (ou seis ‘saltos’), 92% das pessoas estão interligadas por apenas quatro graus de separação (ou cinco saltos). De acordo com o site, a distância média em 2008 era de 5.28 saltos. 
O estudo também descobriu que as pessoas estão muito mais conectadas a outros indivíduos em seu próprio país. Em uma única nação, a maioria dos usuários está interligada por apenas três graus, ou quatro saltos. 
Naturalmente, a empresa atribui essa proximidade a próprio site, assim como às redes sociais em geral. “E com o crescimento do Facebook ao passar dos anos, representando uma parcela ainda mais da população mundial, ele se tornou firmemente mais conectado” diz o site, em um post no blog no qual foram anunciados os resultados. 
O conceito de “Seis graus de separação” foi estudado pela primeira vez por Stanley Milgram, em 1967. O estudo de Milgram foi feito com apenas 296 voluntários e determinou que a média de saltos entre os cidadãos era de aproximadamente seis  – ou 5.2 graus de separação. 
A rede social sublinha que esse estudo não pode ser comparado com aquele feito por Milgram, já que os indivíduos deste último tinham “conhecimentos limitados de uma rede social”, enquanto o Facebook possui “quase uma representação de toda a forma”. Em outras palavras, é possível que o estudo nos moldes do Facebook feito nos anos 60 teria revelado números parecidos, porque a rede social é capaz de estimar a mínima distância entre quaisquer duplas utilizando seus próprios dados. 
É importante salientar que as descobertas do site de Mark Zuckerberg e da Universidade de Milão foram obtidas a partir dos dados do Facebook. Enquanto que isso não é uma coisa ruim, já que a rede social conta com mais de 800 milhões de usuários, também significa que a rede social está extrapolando para levantar esses números. É como se, no final, aquelas pessoas do FB acabam sendo particularmente sociáveis, então é possível que um estudo de um fenômeno de “seis graus” possa revelar resultados diferentes caso fosse aplicado a pessoas que não utilizam a rede social. 

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Portal de cursos online on-demand é lançado


O portal Wishers, que oferece cursos online on-demand, foi lançado. A startup é voltada para o ensino à distância através de cursos online requisitados pelos internautas, não apenas para participarem como alunos, mas também para ministrá-los, em tempo real.
O site funciona como ponte entre quem deseja aprender e quem tem capacidade de ensinar, e fornece a infraestrutura, as condições técnicas e a logística necessárias. Os cursos são ministrados por meio da plataforma Adobe Connect Pro.
Os cursos funcionam de forma on-demand, ou seja, à medida que alunos solicitam cursos de determinado assunto, o sistema do portal procura prováveis alunos e tutores. É possível sugerir novos cursos - tanto alunos, como professores. As propostas de aulas são avaliadas pelos usuários, que escolhem os temas por votação.
De acordo com o fundador da startup, Wesley Willians, o projeto, ao difundir o conceito de cursos online sob demanda, mostra que a Internet pode ser utilizada de forma colaborativa para a educação, pois possibilita a qualquer pessoa interessada, independentemente da distância, participar ou ministrar um curso.
Para mais informações, acesse o portal http://wishers.net.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A maior intervenção urbana 3D do mundo


Na semana passada, a Reebok e a Crossfit se uniram para quebrar um recorde: construir a maior intervenção urbana em 3D. A função foi feita no dia 17 de novembro, o “Global Guinness World Records Day”, em Londres.


Os grafiteiros convidados foram 3D Joe & Max. Mesmo com altas dificuldades por conta da chuva, da temperatura e do relógio, os dois concluíram o trabalho com sucesso. Assista:

Tráfego do Google+ aumenta e usuários também



Rede social alcançou terceira maior semana em audiência e número de pessoas que retornam ao serviço também cresce.

A nova rede social do Google teve um aumento de tráfego significativo, alcançando a terceira maior semana em número de semanas desde o lançamento do site em junho, de acordo com o Experian Hitwise.

O Google+ teve mais de 6.8 milhões de visitas oriundas dos EUA na semana que terminou no dia 12/11, um aumento de 5% comparado ao período anterior, e 25% a mais em relação ao mês de outubro, apontou a Hitwise. “Isso mostra que o Google+ está começando a se tornar popular” afirmou Zeus Kerravala, analista da ZK. “Penso que o Facebook se tornou tão grande e que pessoas muitas irritadas pelos problemas de segurança estão começando a procurar uma alternativa”.

Agora que a rede social da gigante das buscas tem mais de 40 milhões de usuários, as pessoas estão encontrando mais amigos e colegas no site do que quando o serviço foi lançando no meio do ano. “O número é ainda muito distante dos 800 milhões do Facebook, mas ainda assim é uma quantia expressiva. É grande o suficiente para, ao entrar no Google+, o usuário encontrar pessoas lá dentro” continuou Kerravala.

A Hitwise levantou também que o números de visitantes que retornam ao site também tem crescido. A média nas primeiras duas semanas de novembro, comparada ao índice de outubro, saltou 18% e, na semana do dia 12/11, 74% do tráfego do Google+ era composto de pessoas que estavam retornando à rede social. Outro dado sublinhado pela empresa é que os usuários do Google+ tem passado mais tempo no site, aumentando em 15% em outubro, em comparação ao mês anterior.

Na última quarta-feira (16/11), o Google lançou o Google Music e imediatamente integrou o serviço à rede social, para que os usuários pudessem compartilhar músicas gratuitamente com seus amigos em seus Círculos. Esse tipo de integração também faz com que os usuário retornem mais rapidamente e passem mais tempo na rede social. “Quando mais pessoas entrarem para o Google+, mais sólido ele se torna” adicionou Kerravala.


Computerworld/EUA

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Criatividade Vs. Tempo



Aquela velha história de que criatividade é 10% inspiração e 90% transpiração já evoluiu e se desdobrou de infinitas maneiras.

Mas, um fator que permanece, embora nem seja lembrado direito, é o tempo. O tempo aprimora a criatividade e resulta nas ideias brilhantes que vemos nesse mundinho louco da comunicação né.

O vídeo está em inglês, mas mostra de forma bem simples o que o tempo representa no processo criativo.

Razorfish Outlook Report: novas tendências em mídia, criatividade e tecnologia.

6 insights da agência digital sobre experiência de marca para TV, tablets e smartphones


Os anunciantes devem investir cada vez mais em ações integradas entre TV e dispositivos móveis como smartphones e tablets. A dica vem do Razorfish Outlook Report”, estudo anual da agência digital Razorfish que traz uma análise das novas tendências em mídia, criatividade e tecnologia.

Segundo o estudo, aproximadamente 80% dos pesquisados afirmam que usam o celular enquanto assistem TV em casa. 38% deles procuram mais informações sobre os produtos que estão vendo na TV. Esse comportamento "multitarefa" - como chamado pela Razorfish - mostra claramente que há uma continuidade em alguns temas, que começam em um meio e migram para outros.

Veja alguns insights apontados pelo estudo:

Acessar internet e ver TV ao mesmo tempo é viciante

70% dos entrevistados que se comportam de maneira multitarefa o fazem pelo menos uma vez por semana. Destes, quase metade - 49% - o fazem todos os dias. Além disso, durante o curso de um programa de TV, mais de 60% checam seus telefones pelo menos "uma ou duas vezes". 15% afirmaram não se afastar de seus dispositivos durante toda a duração do programa.

Atividades multitarefa significam evolução e distração

A mídia multitarefas acrescenta uma complexidade nova à mensuração dos investimentos publicitários. Se por um lado, smartphones e tablets agem como uma potencial fonte de distração, roubando a atenção antes voltada exclusivamente para a TV - o meio que recebe hoje a maior fatia de verba dos anunciantes -, de outro, servem como ponte para um espectador muito mais engajado, apaixonado por conteúdo e disposto a segui-lo em meios além da TV. É aí que mora a oportunidade para anunciantes e produtores de conteúdo.

De acordo com a Razorfish, é preciso tornar sites cada vez mais amigáveis aos dispositivos móveis, de forma que o engajamento "entre-telas" aconteça de forma natural e envolvente.

A boa notícia para os publicitários e anunciantes é que 36% das pessoas que acessam seus celulares e tablets enquanto veem TV o fazem para buscar informações sobre algum comercial visto na TV.

Certos programas de TV engajam mais

Segundo a agência, o top 5 é:

1. Reality shows
3. Notícias
3. Comédia
4. Esportes
5. Culinária

Comunicação e conteúdo são as principais motivações

94% dos entrevistados que acessam dispositivos móveis enquanto veem TV, o fazem para se comunicar co  outros usuários. Em relação a conteúdo, 60% dos entrevistados acessam mídias móveis em busca de conteúdo extra. Destes, 38% buscam informações adicionais sobre algo que viu na TV, contra 44%, que procuram conteúdos não relacionados aos programas de televisão a que assiste.

A estratégia de conteúdo deve ser envolvente (novamente)

Muitos anunciantes ainda estão quebrando a cabeça para capitalizar as oportunidades do conteúdo criado para a internet. Para esses, a regra é apenas uma: envolva, crie experiências que possam migrar de uma tela para outra. E isso significa muito mais do que apenas criar sites amigáveis a smartphones e tablets. Marcas que fazem um bom uso de estratégias em conjunto são a Pepsi e a Heineken, por exemplo.

A Pepsi deu uma garrafa de Pepsi Max para cada usuário que marcou o comercial da marca usando o IntoNow, uma ferramenta social do Yahoo! que permite que espectadores compartilhem o que estão assistindo com os amigos.

Já a Heineken criou o app para iPhone Star Player, que permite que o usuário preveja lances de futebol ao vivo como escanteio, pênaltis ou mesmo se pode sair um gol nos próximos 30 segundos. Cada acerto vale pontos e badges

As buscas móveis vão além do "local"

Não há dúvidas de que as buscas locais são importantes. De acordo com a comScore, os usuários de dispositivos móveis estão fazendo 34% mais buscas locais do que faziam há um ano. Com o massivo aumento do comportamento multitarefa, no entanto, as pessoas estão mais curiosas, reconsiderando suas buscas cada vez mais.

Por esse motivo, os anunciantes devem reconsiderar suas estratégias em sites de busca. No mínimo, devem garantir um bom posicionamento nessas páginas. Uma boa forma de estar bem na fita é reavaliar as palavras-chave em que aposta, incluindo termos relacionados à marca que mostram eventos patricinados por ela, por exemplo.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Propagandas online influenciam mais os jovens do que as de TV



Os estudos da Deloitte Media Democracy e Conectividade e Mobile Consumption mostram que o Brasil é um dos países que mais se destacam quando se fala em consumo de mídia e tecnologia. Ambas as pesquisas mostram que celulares e internet são os atores principais desse crescimento.

A 5ª edição da pesquisa ouviu cerca de 10 mil representantes de locais como Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido e Brasil, em 2010.

Aqui, 1.986 pessoas, na faixa etária de 14 a 75 anos, com computador em casa, participaram do levantamento. O brasileiro continua se destacando em relação aos outros países como um público consumidor de mídia. São 41,4 milhões de internautas ativos. Para 78% dos entrevistados, se tornou um aparelho de entretenimento mais importante que a TV.

Quando questionados sobre o que mais fazem na internet, 63% dos brasileiros respondentes disseram atualizar a página de relacionamento pessoal (Facebook, Orkut, MySpace etc). Um total de 48% também posta comentários e se comunica nas redes sociais.

Os sites de relacionamento pessoal são valorizados por 83% dos entrevistados por permitirem a interação com os amigos, muito mais frequente e possível do que no mundo “offline”. Além disso, 52% consideram o tempo gasto com essa interação algo tão valioso quanto o tempo que passam juntos com os amigos.

Essa edição da Media Democracy mostrou ainda que as propagandas online foram as mais influentes na decisão de compra dos respondentes (68%). Em 2009, a televisão ocupava o primeiro lugar com 77% e agora, em 2010, está em segundo com 66%.

“Podemos observar que a propaganda online tem ocupado um espaço importante. Considerando que a produção e veiculação online têm um custo muito mais baixo do que uma produção publicitária para TV, essa tendência precisa ser observada como uma grande oportunidade de negócio pelos anunciantes”, destaca Marco Brandão, sócio da Deloitte na área de tecnologia, mídia e Telecom. Além da televisão, as revistas, jornais e rádios foram os meios mais mencionados.

Quase 90% dos entrevistados já ouviram falar sobre um produto, pela primeira vez, na internet.  Já 78% dos respondentes efetuaram compras por indicações feitas online.

Porém, ainda que a internet venha ganhando, cada vez mais, espaço entre os brasileiros, 63% preferem assistir aos programas de televisão que mais gostam pelo método tradicional de visualização; somente 37% afirmaram que assistem por meio online.

Essa porcentagem entre os Millenials cresce para 41%. Outro dado curioso mostra que as versões online de jornais e revistas são mais lidas que as versões impressas - 54% dos respondentes lêem a versão online do jornal.

Além disso, os brasileiros pretendem assistir aos vídeos 3D em casa (67%) e querem ter habilidade para mover e assistir/ouvir músicas, filmes e programas em qualquer dispositivo ou plataforma tecnológica (66%).

Além disso, também esperam, quando estiverem em uma loja, ter a capacidade de acessar informações sobre um produto de interesse apenas escaneando seu código de barras com o próprio telefone celular.

Quase 50% da amostra afirma utilizar celular/smartphone como fonte de entretenimento. Além de usá-lo para conversar, entre as principais utilidades do celular (usadas com freqüência pelos entrevistados) estão: mensagens de texto (90%), câmera fotográfica digital (76%), músicas (73%) e câmera de vídeo (63%). Os Millenials também aproveitam mais outros recursos dos smartphones, como assistir a vídeos caseiros e baixar aplicativos.

"O brasileiro tem se destacado neste mercado e hoje já é um dos maiores consumidores para esse tipo de aparelho. Isso comprova que somos um povo que gosta e deseja ter acesso às tecnologias de ponta, além de estar buscando a mobilidade", explica Brandão.

Entre os americanos, que já têm essa cultura mais latente, apenas 40% destacaram sua vontade de comprar um smartphone e 33% afirmaram já possuir um celular desse tipo.

O Conectividade e Mobile Consumption também mostra como o smartphone se tornou um objeto de desejo de consumo de grande parte da população brasileira. A pesquisa mostra um fato curioso sobre à ferramenta de SMS.

A análise mostra que a quantidade de torpedos reduziria com a popularização de aplicativos de mensagens instantâneas - e-mail e de redes sociais para celular. Porém, o mercado de SMS continua forte, contando com forte presença do público jovem e, principalmente, de usuários de smartphones. Cerca de 40% dos usuários de smartphone enviam mensagens pelo menos uma vez ao dia.

Internet
Sobre a internet, a pesquisa mostra que o principal meio de conexão com a internet continua sendo a rede fixa. Porém, a rede móvel (GSM e UMTS) já participa de forma relevante nas opções dos usuários de banda larga.

Apesar de a rede de banda larga fixa representar 61% da utilização da internet, a rede de banda larga móvel apresenta maior flexibilidade em sua utilização, fortalecendo a demanda por esse tipo de serviço.

A nova geração de conexão 4G é uma grande oportunidade para ser explorada, inicialmente pelo aumento de aparelhos que se conectam à internet, como TV’s, tablets e também pela competitividade, que deverá fazer frente aos serviços de banda larga fixo, com velocidades superiores a 100 Mbts.

O estudo é baseado em dados obtidos por meio de pesquisa online realizada em 15 países com mais de 30 mil usuários. Nos países em desenvolvimento, como Brasil, China, Índia, Turquia e África do Sul, a análise abordou profissionais de áreas urbanas, que tendem a possuir rendas superiores a média de mercado no país.

No Brasil, a pesquisa contou com 2.131 respondentes, de todas as classes sociais e todas as faixas etárias a partir de 18 anos.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Páginas do Google+ terão recursos administrativos




Assim que o recurso de páginas no Google+ foi liberado na tarde de ontem, milhares de editores correram para iniciar seus novos canais de comunicação dentro do projeto social do Google.
Um problema, porém, apareceu para quem precisa trabalhar com múltiplos editores: não existe um meio fácil de fazer isso. A não ser que você tenha criado a página com um perfil fantasma (contra as regras) ou não tenha medo de passar a sua senha para estranhos.
Para resolver esse problema, a gigante de Mountain View anunciou que já trabalha em três recursos: suporte a administração múltipla, transferência de propriedade e uma página de estatísticas.
Com relação a possível criação de páginas de marcas por fãs, a empresa também já trabalha em achar uma forma viável de identificar as páginas oficiais, o que deverá ser feito através de um selo de confirmação, assim como já ocorre nos perfis.

O horário de pico do Facebook



O estudo foi realizado pela Vitrue entre agosto de 2007 e outubro de 2010 e visou analisar como é essa atividade no canal.

Para isso, reuniu:

  • 1.500 fanpages (incluindo páginas institucionais, de produtos e serviços);
  • mais de 1,64 milhões de posts;
  • 7,56 milhões de comentários.
(Compartilhamentos e “curtidas” não foram incluídos na análise.)

As conclusões mais relevantes foram:

  • Os horários de maior uso durante a semana são: 11h, 15h e 20h;
  • Durante a semana, o maior pico ocorre às 15h;
  • A utilização na semana é bastante estável, mas quarta-feira às 15h é sempre o período mais movimentado;
  • Os “fãs” de páginas são menos ativos no domingo em comparação com todos os outros dias da semana.

Posts publicados pela manhã reúnem mais atividade

Embora a maioria dos posts e comentários aconteça em torno das 15h, posts publicados no período da manhã tendem a ter um melhor desempenho (maior interação) do que aqueles publicados no período da tarde.
Para a Vitrue, posts adicionados pela manhã têm 39.7% a mais de atividade do que os adicionados durante a tarde. Os quinze minutos depois da postagem são os mais aproveitáveis, é quando os usuários mais comentam, curtem e compartilham.

Os poréns

É preciso o alerta de que os dados e hábitos sempre mudam, assim como tudo muda. É preciso considerar também as peculiaridades de cada país. Uma consideração ainda mais importante é que as pessoas estão cada vez mais ativas e online no período da noite e, portanto, as marcas deveriam pensar bem em estar presentes e interagindo com os usuários também nessa parte do dia.
Fundamental é avaliar – dependendo do seu negócio, produto ou serviço – se os seus usuários estão ativos mais à noite do que de dia; se estão mais ativos aos finais de semana do que nos dias normais. Pode ocorrer de você estar focando onde – e quando – não deveria. Saber quando os usuários estão envolvidos e interagindo com sua página pode ser crucial para obter resultados mais eficazes com sua mensagem.
Pela nossa experiência com as fanpages que cuidamos, as postagens entre 10h e 11h e entre 14h e 15h são as que têm maior interação (curtidas, comentários, compartilhamentos).
E pela sua experiência, quais os horários de maior atividade no Facebook? [Dr. Conteúdo]
Com referências do Mashable.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Internet dobra em 4 anos e classes D/E respondem por 17% dos acessos




Pesquisa aponta ainda que a quantidade de internautas no Brasil que fazem compras online cresceu de 13% para 20% entre 2007 e 2011.

O aumento da venda de computadores, aliado a outros fatores como o avanço da tecnologia, contribuiu para que o acesso à Internet no Brasil praticamente dobrasse nos últimos quatro anos, de acordo com uma pesquisa nacional da Fecomércio-RJ, em parceria com o instituto de pesquisas Ipsos. Atualmente, 48% da população nacional têm acesso à rede; esse percentual era de 27% em 2007, aponta o estudo. "O crescimento do acesso no Brasil pode ser explicado também pelo apelo cada vez maior da web e das redes sociais, assim como por uma maior disseminação dos smartphones e tablets no país", afirma o economista da Fecomércio-RJ, Christian Travassos.

E não foi só o acesso que cresceu no período. De acordo com o levantamento, a frequência do uso da web também aumentou no país: 47% dos brasileiros conectados afirmam se conectar diariamente à Internet, enquanto que 33% disseram usar a web mais de uma vez por semana e 12% apenas uma vez por semana. Quanto ao período de conexão, mais da metade (55%) passa de 30 a 120 minutos na rede; 23% ficam entre duas e quatro horas conectados e 14% menos de meia hora.

Acesso entre classes
Como esperado, as classes de maior poder aquisitivo, A e B, lideram o acesso no país com 84%, bem acima da média do país de 48% – o percentual dessas classes era de 72% em 2007. Já a classe C, que cresceu de 31% para 43% no período, fica mais próxima da média nacional. As classes mais baixas, D e E, dobraram de 8% para 17% sua participação no acesso a web no país. “As classes D e E apresentam o maior potencial de crescimento de acesso a web, tanto pelo avanço da tecnologia, que baixa os preços dos produtos, quanto pelo maior poder de compra dos brasileiros”, aponta o economista da Fecomércio-RJ.

Outro fator que auxiliou o crescimento da web no Brasil foi a isenção dos impostos PIS e Cofins (válida até 2014) sobre a venda de computadores e componentes. “Essa isenção foi especialmente sentida de 2008 para 2009, quando passou a valer e houve um aumento de 8% na média nacional de acesso a web, indo de 31% para 39%”, explica Travassos.

Redes sociais e compras online
As redes sociais e sites de mensagens instantâneas, incluindo Facebook, MSN e Orkut, dominam o acesso online no país, com 61%. Logo atrás vem outros tipos de acesso: para pesquisas (48%), e-mails e sites de notícias (empatados com 34%), diversão e serviços (também juntos com 17% cada). Mais de 62% dos internautas disseram usar a Internet em casa. As lan houses e o local de trabalho ficaram empatados em segundo lugar, com 15%, seguidos pela casa de parentes e/ou amigos, responsáveis por 6% dos acessos.

Os brasileiros também estão fazendo mais compras online, de acordo com a pesquisa da Fecomércio. A quantidade de internautas que fazem compras online cresceu de 13% para 20% entre 2007 e 2011. Entre os produtos mais comprados por sites eletrônicos estão eletrodomésticos (36%), CDs e DVDs (20%), livros (16%) e ingressos para cinemas, shows e similares (7%). Responsável por 66% das transações, o cartão de crédito é a forma de pagamento mais usada, seguido de longe pelo boleto bancário, com 28%, e pelo débito em conta, com 3%.

A pesquisa da Fecomércio e da Ipsos entrevistou mais de mil pessoas, de 70 cidades espalhadas por nove regiões metropolitanas do país.

Pôneis Malditos leva Big Idea Chair 2011



A edição 2011 do Big Idea Chair, promovido pelo Yahoo, elegeu o case Pôneis Malditos, criado pela Lew Lara/TBWA para a Nissan, como o grande vencedor. “É uma grande ideia que encontrou no ambiente digital o poder de disseminação”, avaliou André Izay, diretor-geral do Yahoo no Brasil. Também estavam na disputa pela “poltrona” os cases “@ClaroRonaldo” da Ogilvy Brasil, “Cara a Cara” da DM9, “Fiat Mio” da AgênciaClick Isobar e “Street Art View” da Loducca.

Neste ano, o Yahoo também lançou a categoria “Solidariedade”, para premiar cases com cunho social. Criado pela agência curitibana The Getz, o vencedor “Esta vaga não é sua nem por um minuto” chamou a atenção para o desrespeito às vagas destinadas a deficientes. Nesta categoria, concorreram também o “Maior Abraço do Mundo” da Monumenta e o “Saldão de Banners” da Ogilvy Brasil.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Google+ começa a atender o mercado corporativo




O Google+, além de conectar pessoas, agora quer conectá-las a empresas e estabelecimentos. Em breve, companhias poderão criar páginas especiais para marcarem presença na rede social, da mesma forma que já fazem no Facebook, seu principal concorrente

O anúncio foi feito nesta segunda-feira (7/11) por Vic Gundotra, vice-presidente de engenharia da Google, via blog oficial. Embora empresas como Toyota e Pepsi, organizações como Save the Children, e equipes como Barcelona e Dallas Cowboys, já tenham seus perfis, o executivo disse que o recurso ainda não está aberto para todos.

“Algumas páginas já estão disponíveis, mas em pouco tempo qualquer organização poderá juntar-se à comunidade a partir do plus.google.com/pages/create”. Ao clicar neste link, por enquanto, uma mensagem em português avisa que o recurso estará disponível em breve.

Os perfis das empresas poderão ser adicionados aos círculos dos usuários e receber recomendações pelo botão +1. “Você só precisa começar a compartilhar e antes que imagina encontrará fãs e clientes leais dispostos a interagir”.

Para facilitar o acesso às páginas, a Google adicionou um novo recurso ao seu mecanismo de pesquisa. Agora, se o usuário quiser visitá-las, bastará digitar o sinal de mais (+) e o nome que procura - +Angry Birds, por exemplo – e será levado ao endereço. Em seguida, visualizará uma mensagem convidando-o a adicionar a companhia a seus círculos.

Desde julho – apenas um mês depois de lançar a rede social – a Google já vinha falando sobre ferramentas para o mercado corporativo. Na época, pediu paciência às empresas, pois elas estavam criando perfis no portal, mesmo este não estando preparado para atender suas demandas.

A Publing já conta com a sua página no Google+ e vai garanti o registro de todos os nossos clientes ainda essa semana.

[Mobile] Brasil é o 6º maior em crescimento de app



Segundo o Mobile Time, o Brasil atingiu um aumento entre janeiro e outubro deste ano de 369% em relação a quantidade de aplicativos móveis para smartphones. Assim é o sexto maior em relação ao crescimento desse setor, atrás de China, Argentina, Israel, Índia e Arábia Saudita.

O relatório divulgado pela Flurry afirma o crescimento dos países citados acima e ressalta que a participação norte-americana caiu no mesmo período.

A empresa ainda divulga suas previsões de que esse ano serão baixados 25 bilhões de aplicativos no mundo, nas plataformas iOS e Android, valor que deverá ser dobrado em 2012.

Mobilepedia

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Imagem | Mapa Mundi de sites e redes sociais

A grandeza em número de usuários do Facebook chega a assustar. Daqui a pouco ele passa China e Índia na população. Confira. (clique em ambos ver em tamanho real)


E veja a velocidade que o Facebook vem crescendo:


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Como empresas B2B podem usar mídias sociais

Muitas empresas que fazem negócios com outras empresas – o chamado  business-to-business (B2B) — ainda hesitam em adotar as mídias sociais como parte de sua estratégia de comunicação por não conhecer ou não acreditar no potencial dessas ferramentas.


A maioria pensa que mídias sociais só são úteis quando o negócio é B2C (business-to-consumer), ou seja, diretamente com o consumidor final. Se você é um dos “desconfiados”, saiba que o B2B pode se beneficiar e muito das mídias sociais.

Para isso, é preciso ter em mente quatro aspectos:

#1 O relacionamento continua sendo entre pessoas.
Seja espontâneo e humano. Embora você represente uma empresa, está também falando com uma pessoa do outro lado. É a relação pessoal de confiança que vai gerar credibilidade e regularidade nesse contato. Aproveite para fazer networking online e offline, conjugando interação nas redes sociais e em eventos presenciais. Alimente o CRM da sua empresa com esses contatos.

#2 Segmente o conteúdo para o seu público-alvo.
Como o público B2B é mais restrito, permite que você tenha mais foco na sua comunicação. Produza informação relevante, interessante e útil para esse público.

#3 Identifique os canais que seu público utiliza.
O que faz sentido na sua área de atuação? LinkedIn, blogs, fóruns, Twitter? Para cada um deles, utilize linguagem específica. Em todos esses canais, procure ouvir, participar, interagir, contribuir. E, por favor, não fique bombardeando as pessoas com propaganda do seu negócio.

#4 Dissemine seu conhecimento e competência.
No segmento business-to-business, o que conta muito é a sua expertise. Outras empresas comprarão seus produtos ou serviços porque acreditam na sua competência, o que gera credibilidade e confiança. Procure fazer isso em seus processos produtivos, mas lembre-se que a comunicação deve refletir isso em igual medida. Mantenha regularidade e coerência na sua comunicação online e offline.

Por fim, lembre-se: mídias socias não são canais de propaganda ou vendas. São plataformas de comunicação e relacionamento.

Por Mariela Castro

Vídeo: Coca Cola Content 2020 - Uma aula de marketing


Texto de Bruno Ancona Costa, da Foreplay

A Coca Cola acaba de me impressionar tremendamente com uma verdadeira aula de new school marketing, com um vídeo dividido em duas partes: O Coca Cola Content  2020.

Absolutamente inspirador – Engajamento digital na veia!

Parte 1:

Parte 2:

Tradução e Comentários: Antes de começar a ler, vá ao banheiro, pegue um cafézinho e respire fundo! É um post longo! =)
O vídeo é dividido em duas partes e totaliza 10 capítulos (9 assuntos e 1 sumário). Foi criado para comunicar internamente e externamente a visão e ambições da Coca Cola. Me deixou, e certamente deixou todo mundo que levanta a bandeira do Engajamento do Consumidor, morrendo de vontade de fazer negócios com eles. Ao mesmo tempo que mostrou clareza e ambição, mostrou humildade, pois souberam reconhecer práticas bem sucedidas de marketing de outras empresas, como NikeBest BuyIKEA, Volkswagen e Gatorade, concorrente direta na linha Powerade da Coca – apesar de não ter mencionado Red Bull, que pra mim é uma das lideres na brincadeira de criar conteúdo imersivo e relevante para o seu target, pegando um pedaço da Cultura Pop pra si. Vide Esportes Radicais, Esportes de Velocidade e mais recentemente Música (via RedBull Music Academy). De uma maneira ou de outra, thumbs up pra Coca.

Transcrevi o vídeo de maneira não literal, omitindo partes e expandindo outras. Se alguém fizer uma tradução literal ou colocar legenda no vídeo, pls me envie e colocaremos aqui!
Trata-se de um vídeo inspirador, uma verdadeira aula de branding e comunicação, que serve para agências, empresas,  produtoras de conteúdo e criativos independentes. O core da mensagem é: compreenda seu DNA, e use esse DNA para a criação de múltiplos elementos de storytelling que se remontam de maneira adaptável, iterativa e em colaboração entre público interno, externo e consumidores. Me lembrou bastante uma apresentação de Molecular Branding (Slideshare) – parte 2, mais atual, aqui, mas a história foi contada de uma maneira incrível!
Vamos ao que interessa:

Título do Vídeo: Coca Cola Content 2020: Como a Coca Cola irá evoluir sua abordagem sobre políticas criativas em suas marcas chave? Mudaremos de Excelencia Criativa, para Excelência de Conteúdo.

Parte1

Capítulo 1: Como a abordagem de Excelência de Conteúdo atua no desenvolvimento de  conteúdos “líquidos e linkados”?

Conteúdo Líquido: Idéias tão contagiantes, que não podem ser controladas, nem enclausuradas a um canal específico.

Conteúdo Linkado: Leva em conta os objetivos do negócio (duplicar a distribuição de bebida!), as marcas e os interesses dos consumidores.

Objetivo: Vamos contar histórias que geram conversas e ganham fatias desproporcionais (no bom sentido) de participação na cultura pop.
Método: Histórias da marca geram idéias líquidas e linkadas, que provocam conversas, e nós (Coca Cola), reagimos a essas conversas 365 por ano (Always on Marketing).

Capítulo 2: Mudar é preciso
Como? Dando poder aos consumidores. Tanto em forma de assets criativos, quanto em termos de tecnologia. Tecnologia permite brilhantismo. Ao mesmo tempo, as idéias já não podem ser separadas entre mensagem e tecnologia. Precisamos integrar tecnologia ao pensamento dos times criativos e precisamos desenvolver relacionamento direto com empresas de tecnologia.

Capítulo 3: A evolução do Storytelling
Precisamos mudar do storytelling de uma via para o storytelling interativo, transmídia.  Elementos do conceito da marca são gradualmente publicados sistematicamente em múltiplos canais, com o objetivo de criar uma experiência de marca unificada e coordenada.
Identificamos 5 tipos de storytelling:

1)      Serial Storytelling (linear)
2)      Storytelling multifacetado (multi canal)
3)      Storytelling compartilhável
4)      Storytelling imersivo
5)      Engajamento via Storytelling

LEMBRE-SE: Storytelling está no centro das culturas humanas. Isso vindo da Coca Cola, que conta histórias há mais de 120 anos. (Papai Noel, Urso Polar, Fábrica de Felicidade.. they know.)

Capítulo 4: Implementando o conceito de “Viva positivamente” no nosso storytelling
Nossas histórias precisam mostrar comprometimento em tornar o mundo um lugar melhor. Elas precisam ter sincronia com a marca e com os consumidores.

Epifania: “A posição poderosa da Coca no mundo nos dá tanto a oportunidade quanto a responsabilidade de criar mudança significativa para o mundo. Precisa ser verdadeiro: Nossos colaboradores precisam viver os princípios do “Viver positivamente”. (Convido todas as grandes empresas [e médias, e pequenas!] a pensar dessa forma!)

Capítulo 5: De insights a provocações: O fértil, grande, e parrudo Brief de criação
Precisamos de mais do que insights. Precisamos de provocações. Pensamento Grande – Disruptivo! Historicamente, notamos que nossos insights traziam incrementos pequenos. Precisamos de provocações que gerem verdadeiras transformações! Dica de Livro sobre inovação disruptiva aqui.

Dados são o novo adubo para a criação de grandes idéias que transformam. O brief de criação, portanto, deve conter: Dados de negócios, Objetivos e Metas, Desafios e também informações sobre o “espaço da marca” vindas de colaboradores internos e externos. Deve também envolver os consumidores. “Precisamos conversar mais com os consumidores. Escutar é importante, mas precisamos conversar.” Vide: Os 8 estágios do Listening.

Nota: Clientes, façam para si mesmos um grande favor: invistam mais tempo no processo de briefing para suas agências. Não e pra facilitar a vida das agências, não. É pra permitir que a SUA visão seja colocada em prática. Na minha opinião, o trabalho de definição estratégica do plano de comunicação deve ser realizado pelas empresas. A agência deve se preocupar com a implementação tática da estratégia. Obviamente existem casos em que a agência traz insights disruptivos (vide influência da R/GA na Nike – o Nike+), mas essas são exceções frutos de relacionamentos longos e de baseados em confiança mútua entre agências e clientes (também exceções).

Parte 2

Capítulo 6: Desenvolvendo Conteúdo Líquido
Definição de Conteúdo: Criação de histórias que são expressadas via todos canais de conexão possíveis. Cada história precisa adicionar valor e relevância às vidas das pessoas.

Conteúdo líquido: Elementos de conteúdo que se movem remontam de maneira fluida entre si, mas não se tornam histórias separadas.
“Precisamos de um modelo de desenvolvimento de conteúdo colaborativo, adaptativo e contínuo.” São diferentes processos, mas com princípios em comum:

1)      Inspirar participação entre os melhores dos melhores
2)      Conectar essas mentes criativas
3)      Compartilhar os resultados (informar resultados ou dividir o ganho? Os dois!)
4)      Buscar desenvolvimento contínuo
5)      Medir sucesso

Nossa função: Ser a estrela guia. Precisamos fazer um impacto grande e audacioso na Cultura Pop! (Big, bold statement!) Precisamos encorajar a bravura, ser um agente catalizador de diversão, garantir clareza, aceitar risco e incubar idéias criativas.

Capítulo 7: Aplicando o principio 70/20/10 de investimento para a criação de conteúdo líquido
70% do conteúdo é de baixo risco. Teremos menos tempo e recursos para crirar (50% do total), mas esse será nosso arroz com feijão – nosso conteúdo mainstream.  20% deve ser inovador: suficientemente para engajar mais profundamente com uma audiência específica, mas ainda assim envolver a massa. 10% deve ser experimental, arriscado: idéias totalmente novas, que serão os 20% e os 70% do amanhã. Precisamos estar afim de aprender e preparados para falhar.

Capítulo 8: O papel de pesquisa na criação de conteúdo líquido.
Ponto Central: O processo atual precisa ser revisto. Hoje, a abordagem de pré-testes solidifica o conteúdo num estágio muito inicial. Realizamos testes  chatos, fora de moda e irrelevantes (ouch).  Campanhas poderosas como a Write the Future ou Livestrong, da Nike, o Twelp Force da Best Buy, a segunda geração da campanha Old Spice e campanhas da Gatorade nasceram sem pré-testes. O filme de 30s é apenas um pedacinho da história.

No Futuro, o budget de pesquisa deve ser utilizado para criar espaços de imersão nos consumidores e valores da marca, e motivar os criativos e brand managers a ter grandes idéias. Precisamos investir aprox 15% do nosso budget de pesquisa em ferramentas de diálogo online e  feedback em realtime do consumidor. O mundo é beta. E o consumidor participa na criação dele.
Nesse processo, precisamos participar das conversas por um prazo maior do que achamos necessário. Não basta perguntar, receber a resposta e abandonar o consumidor. Consumidores engajados precisam ficar por perto – e eles precisam sentir que estamos próximos também.
A Coca Cola usa e quer usar mais: www.netbase.com (insights sobre os consumidores nas midias sociais) ewww.adtrack.com (sistema de gestão de leads e automação de vendas) e B-Cubed (não encontrei nada sobre – alguém?)

Capítulo 9: Aplicando o “multiplicador de dólares” ao processo de produção iterativo
O processo de produção precisa ser mais fluido. Num mundo líquido, precisamos criar mais conteúdo, sem necessáriamente gastar mais dinheiro. Criamos então o princípio do multiplicador de dólares. Começa por levar em conta que nem toda necessidade de produção de conteúdo pode ser prevista até a campanha estar rodando. Precisa existir flexibilidade para que possamos responder às conversas.

Capítulo 10: Sumário
A Coca Cola enxerga um novo mundo, líquido. E nós temos uma nova estrela guia. Precisamos de idéias que conquistem fatias enormes da cultura pop. Essa é nossa visão, nossa ambição 2020.

Meu sumário: Coca-Cola, virei seu fã. Obrigado por criar esse vídeo. Sinal de que vocês pretendem trilhar o caminho, e não só falar que vão trilhar! Boa sorte com o Content 2020!

Texto de Bruno Ancona Costa, da Foreplay

Infográfico | O tamanho do ecommerce


O e-commerce vem crescendo absurdamente. Mais de 80% dos internautas usaram a internet para comprar algo. E mais de 50% comprou mais de uma vez.

As pessoas vão se habituando aos meios digitais, explorando os canais e, cada vez mais, vão se interessando em comprar pela internet. No Brasil o e-commerce cresceu acima da média mundial, e a Classe C já representa 46,5% dos consumidores que compram online.

Atualmente, existem cerca de 10,7 milhões de brasileiros comprando pela web. Abaixo, veja um infográfico desenvolvido pelo Dr. Ecommerce: